Tá a fim de dançar e se divertir, mas não quer recorrer as ~divas pop mainstream~?! Então você pode entrar na onda de Kat Graham. Se esse nome soa familiar e você ainda não está certo de onde possa ter ouvido, Kat é a Bonnie de “The Vampire Diaries”. A atriz/cantora caiu no gosto do gosto da galera quando Britney Spears, por meio de seu Twitter, falou sobre o mais recente single da moça, “Put Your Graffiti On Me”.
Este vídeo está no YouTube e pode ser removido e/ou impedido de ser exibido a qualquer momento
Não sei por vocês, mas pra mim, que acompanho “The Vampire Diaries”, foi uma bela surpresa ver que Kat Graham sabe ser menos chata/entediante que sua personagem, aliás, não tem como ouvi-la apanas uma vez e nem mesmo ficar sem repetir “tag me, tag me” ao se requebrar todo. Mas “Put Yout Graffiti On Me” não é a estreia da Kat, ela já deu as caras em outras músicas, como “Sassy”, “I Want It All” e “Cold Hearted Snake”, que é uma releitura da música original de Paula Abdul.
Este vídeo está no YouTube e pode ser removido e/ou impedido de ser exibido a qualquer momento
O primeiro EP de Graham foi lançado no ano passado e intitulado “Kat Graham Remixes”. No início de 2012 ela assinou com a gravadora A&M Octone Records, e sob este selo lançou o segundo álbum EP, “Against the Wall”. Pra quem tá afim de ~colocar o grafite em alguém~, manda ver, porque vale o play!
Em meio ao sucesso do sertanejo com as suas onomatopeias que dominam os charts do país, alguns artistas nacionais acabam passando despercebidos pelo grande público. Neste artigo, um projeto muito interessante ganhará espaço: o Cover Flow Apresenta.
Criação de Natalia Pinheiro, Bruno Tavares e Natália Carvalho, o Cover Flow Apresenta é um projeto que tem como objetivo reunir bandas independentes para releituras inimagináveis de diferentes músicas já conhecidas.
Em clima de festa junina, os criadores convidaram recentemente os cariocas inusitados da banda Dona Joana para gravar uma versão de xaxado da música “Baba”, sucesso do disco debute da cantora Kelly Key:
Este vídeo está no YouTube e pode ser removido e/ou impedido de ser exibido a qualquer momento
Você provavelmente torceu o nariz ao ler o nome da cantora que por muito tempo fez sucesso nas paradas nacionais, mas o cover não lembra nem de longe a versão original – a gente agradece. Sob direção de Bruno Ilogti e gravado na Feira de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, o vídeo é todo conceitual e repleto de referências ao Nordeste.
Seja na boate, na academia de ginástica ou no Song Pop, não há quem não tenha ouvido e e cantarolado o hit “Mr. Saxobeat”. Mas você conhece a dona da música?
Alexandra Stan vem da Romênia, no Leste Europeu, e nasceu em 10 de junho de 1989. A carreira musical começou em 2009, e sua estreia fez barulho no país. O single “Lollipop” vendeu consideravelmente em países como Dinamarca, Austrália e Espanha e ganhou um videoclipe que está longe de ser uma grande produção, muito pelo contrário – Alexandra está a cara da Kelly Key na época do sucesso – mas que tem mais de nove milhões de visualizações no canal da gravadora responsável por ela nos Estados Unidos. Confira (e contenha os risos):
Este vídeo está no YouTube e pode ser removido e/ou impedido de ser exibido a qualquer momento
Em 2010, veio o segundo e fatídico single, “Mr. Saxobeat”, que foi lançado oficialmente no outono do hemisfério norte. Mas a batida eurodance regada ao som do saxofone não conquistou só a Romênia, ultrapassou as fronteiras e caiu no gosto de outros países do continente – atingindo o topo dos charts em países como Itália, Reino Unido e Alemanha. Em 2011, atravessou o Atlântico e caiu no gosto das Américas. Nos Estados Unidos, na principal parada, a Hot 100, “Mr. Saxobeat” atingiu a 24ª colocação.
Este vídeo está no YouTube e pode ser removido e/ou impedido de ser exibido a qualquer momento
Para quem ainda não fez a ligação, hoje Alexandra Stan completa 23 anos, e se a moça vai conseguir manter o sucesso ou ser uma futura “musa que não foi”, eis a questão. Por enquanto, para quem ainda não se fartou de ouvi-la, solta o som!
Há alguns anos fui levado a alguma balada aqui de São Paulo, se não me engano para comemorar um aniversário,
porque haveria um show bacana. A vocalista da banda era grande amiga da minha irmã, que sabiamente me convenceu a sair de casa com a boa e velha “ela canta Britney!”. Fui!
Bellatrix, formada por Bia Lombardi, nos vocais, Nei Medeiros, nos teclados e Fred Barion, na bateria, é uma banda cheia de referências pop que faz shows praticamente todo final de semana em São Paulo e região. Sim, eles tocam Britney, assim como vários outros covers super legais de ícones como Michael Jackson, Madonna, Beyoncé e Lady Gaga. Na verdade, eu vejo as apresentações como releituras dos clássicos que já conhecemos, porque o que mais chama a atenção durante os shows é a personalidade marcante da banda.
Agora, Bellatrix nos apresenta um projeto novo, autoral e bastante interessante. Iconoclast, o primeiro single de um EP bem pop, acaba de ganhar um clipe super bacana e original. A música é um pouco de tudo. É fresca, é sincera, é pop, rock, eletro, é do jeito que a gente gosta, com um refrãozinho delícia que gruda na cabeça e faz a gente querer sair berrando contra o vento.
Este vídeo está no YouTube e pode ser removido e/ou impedido de ser exibido a qualquer momento
Porém o que mais chamou a minha atenção nessa história toda é o que motiva a banda a trabalhar neste projeto. Como diz o release deles, a música pop pode ser um gênero ingrato. E é. O pop, assim como vários outros gêneros, sofre a injustiça de ser completamente comercial, o que se torna uma armadilha perigosa para artistas de verdadeiro talento, que são engolidos pelo mercado e forçados e emplacar hits que não traduzem necessariamente a essência de sua arte. Não precisa ser assim.
O verdadeiro pop é para todos, é universal. Não são as músicas grudentas compostas por meia dúzia de versinhos que vendem pelo mundo todo. São as músicas que tem capacidade de falar com todo e qualquer indivíduo de igual para igual.
Essa é a promessa da Bellatrix. Fazer um trabalho honesto e verdadeiro, que fala diretamente e contesta todos os padrões que estamos acostumados a ver na cultura pop brasileira. É mostrar que dá para compor letras bacanas em qualquer idioma, trabalhar em arranjos diferentes, fazer performances de corpo e alma e ainda assim alcançar qualquer um, sem precisar segmentar para determinados nichos. Porque hoje, infelizmente, o pop brasileiro é segmentado em axé, sertanejo, pagode. Ou balada GLS.
Talvez essa coragem – e talento! – que a Bellatrix tem para fazer música para todo mundo dançar e se livrar desses rótulos seja a iconoclastia dos dias de hoje. Estão de parabéns, queremos mais! Se você também curtiu e quer conhecer melhor a Bellatrix, acesse o site oficial para mais detalhes. E siga @bellatrixonline no Twitter!
É, Madonna está definitivamente em todas as redes sociais depois do lançamento do incrível “Girl Gone Wild” na noite de ontem, 20 de março. Se as inúmeras referências à si mesma e três dos maiores modelos do mundo não fosse mais do que suficiente para um vídeo tão bem feito, a Rainha ainda trouxe o Kazaky para os holofotes da mídia.
Formado há dois anos pelos ucranianos Oleg, Artur, Kyryll e Francesco, o grupo e é um fenômeno gay. Famosos por sua ousadia nas coreografias e no figurino, os garotos ganharam atenção do público com o lançamento de “In The Middle” há dois anos. Com uma letra e batidas extremamente repetitivas, o vídeo tornou-se um viral, acumulando milhões de visualizações no YouTube e o prêmio Revelação do Ano no “Myway Dance Awards”. Em pouco tempo, o grupo era sucesso na Europa e engraçado ou não, as mulheres eram suas maiores incentivadoras e fãs.
Este vídeo está no YouTube e pode ser removido e/ou impedido de ser exibido a qualquer momento
“Love”, a segunda música de trabalho, veio nos mesmos moldes da anterior, e o vídeo deslumbrou um figurino que mesclava o masculino e o feminino, e tudo em cima de um salto altíssimo – a marca registrada do grupo. Não há como negar a excelência do Kazaky no trabalho das coreografias, na fotografia e edição de seus videoclipes.
Este vídeo está no YouTube e pode ser removido e/ou impedido de ser exibido a qualquer momento
Se eles atravessarão o oceano e serão sucesso nos Estados Unidos, só o tempo dirá, mas competência e ousadia para isso eles já provaram ter de sobra, basta que as pessoas esqueçam o preconceito e apenas se divertam. “A sexualidade deles é irrelevante, diante desta inovação nos figurinos”, li em um dos inúmeros comentários sobre o grupo em seu canal no YouTube. Afinal, o que procuram os fãs da cultura pop a não ser uma inovação?