Nelly Furtado consagra seu retorno com vídeo de “Big Hoops (Bigger The Better)”

Por Yhury Nukui comentários


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“The bigger the better, The bigger the better, The bigger the better, The better the bigger”. Se você já ouviu pelo menos uma única vez o novo single de Nelly Furtado, “Big Hoops (Bigger The Better)”, provavelmente tenha cantado mentalmente estes versos.

Quase seis anos desde o lançamento de seu disco mais comercial, “Loose”, a cantora que se afastou do mainstream, tem seu retorno marcado para 19 de junho com “The Spirit Indestructible”, que virá na versão normal com doze faixas e na deluxe com seis adicionais. Mas o material da moça não é pauta – ainda – para esse artigo, e sim o videoclipe de “Big Hoops (Bigger The Better)”, que estreou oficialmente na noite de ontem, 07 de maio, depois de ser divulgado na tevê na semana passada.

Inicialmente, a faixa não me impressionou nem um pouco, mas quanto mais você a ouve, o vício torna-se algo inevitável. Não tem que não se renda ao poderoso refrão chiclete da faixa. Em meio as dezenas de rappers invadido os charts urban, Nelly apostou em Darkchild para o seu retorno – e que chute certeiro. A faixa é de longe uma das melhores já produzidas por ele e traz aquela mesma Nelly de anos atrás, a essência continua ali.

Quando as primeiras imagens do videoclipe caíram na internet, eu não esperava grande coisa. Como funcionariam aquelas pernas-de-pau? Mas, eis que a cantora nos surpreende novamente. Para o trabalho, Nelly Furtado recrutou X, o diretor responsável pelo – não tão bom – clipe de “Boyfriend”, de Justin Bieber, e que já havia trabalhado com ela no videoclipe do hit “Promiscuous”.

Diferente do modelo “festa/garotas/carros” que são de praxe nos vídeos do moço, em “Big Hoops (Bigger The Better)” ele apostou em usar argolas enormes, que dão nome a música, em todos os cantos. As cores e a edição rápida também dão um “quê” a mais na produção. A conclusão que se pode tomar, é que o videoclipe é um complemento que faltava para que a música caísse finalmente no gosto do público.

Quanto aos gestos “Illuminati”, praticados em algumas poucas cenas e tão comentados desde que o material foi liberado, só posso aplaudir Nelly por isso. Ela sabia que isso geraria repercussão, justamente o que ela precisa para um retorno triunfal, e o fez. “Sou a maior teoria conspiratória que conheço, nem acredito que sou um membro dos Illuminati!”, disse ela a respeito das críticas de diversos usuários no Twitter.

Se a música vai finalmente emplacar nos charts, só o tempo dirá. Mas, como ele não faz milagre, é bom que Nelly comece a divulgá-la.

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