Musas que não foram: KT Tunstall

Por Jader Gomes comentários

KT Tunstall
Divulgação

A escocesa Kate Victoria Tunstall não teve somente quinze minutos de fama, teve quase todo um filme de uma hora e quarenta e seis para alavancar sua carreira. Seu maior hit, “Suddenly I See”, foi um dos grandes destaques da trilha sonora do famoso “O Diabo Veste Prada” (The Devil Wears Prada, 2006). E olha que as concorrentes eram de peso, somente de Madonna eram duas músicas, “Vogue” e “Jump” e Alanis Morissette com “Crazy”.

“Eye To Telescope” (2004), o álbum debute de KT Tunstall, foi muito bem recebido pela crítica, além de vender muito bem. Só no Reino Unido, foram 73 semanas não consecutivas figurando nas paradas de sucesso e no total quase cinco milhões de cópias vendidas mundialmente.

E “Suddenly I See” não foi o único hit do material, “Black Horse And The Cherry Tree” também foi um estouro em várias listas da Billboard americana – na Hot 100 atingiu o vigésimo lugar e Hot Adult Top 40 Recurrents e Hot Adult Top 40 Tracks, o quarto.


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Mas em 2007, com “Drastic Fantastic”, o sucesso não se repetiu, o fôlego da boa recepção do segundo disco foi curto e o barulho não ultrapassou as fronteiras da Europa. Mesmo assim, podemos citar “Hold On” como o último grito da cantora a ecoar, nem que seja baixo. Há dois anos, chegou ao mercado o terceiro e mais recente álbum da moça, “Tiger Suit”, e me digam o nome de uma música dele que seja lembrada? Cri, cri, cri…

KT Tunstall completou trinta e sete anos no último sábado, dia 23, e o que podemos desejar pra ela: sucesso, apenas!

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