Kelly Rowland, enfim, está aqui

Por André Pacheco comentários

De ex-backing vocal de Beyoncé à diva das pistas, cantora lança um disco que já tem cinco singles. Mas, pelo andar da carruagem, ainda não teremos um trabalho consistente.
Kelly Rowland
Capa de “Here I Am”, terceiro disco de Kelly Rowland será lançado em finais de julho. Foto: Divulgação

A ex-Destiny’s Child, Kelly Rowland, coloca no mercado – no próximo dia 21 – o seu terceiro disco solo. “Here I Am” trará dez faixas na versão normal (a deluxe vem com duas inéditas e dois remixes) com muitos featurings e a promessa de R&B pincelado no eletrônico, ou vice-versa.

Veja a tracklisting de “Here I Am”:

  1. I’m Dat Chick
  2. Work It Man feat. Lil Playy
  3. Motivation feat. Lil Wayne
  4. Lay It On Me feat. Big Sean
  5. Feelin’ Me Right Now
  6. Turn It Up
  7. All Of The Night feat. Rico Love
  8. Keep It Between Us
  9. Commander
  10. Down For Whatever

Originalmente, o disco estava programado para ser lançado em setembro do ano passado, mas Kelly resolveu adiar para se dedicar mais ao projeto. O que acabou gerando uma certa confusão, se assim podemos chamar: “Here I Am” tem cinco singles disponibilizados desde maio de 2010.

“Commander”, “Rose Colored Glasses”, “Grown Woman”, “Forever And A Day” e “Motivation” foram as músicas de divulgação de um álbum que nem pronto estava. Delas, apenas duas (“Commander” e “Motivation”) permaneceram na tracklisting final. Um pouco estranho, não?


Este vídeo está no YouTube e pode ser removido e/ou impedido de ser exibido a qualquer momento

“Motivation”, um R&B uptempo em parceria com Lil Wayne, chegou à vigésima primeira posição na Billboard Hot 100. Os desavisados devem ter se assustado com a batida. Não custa nada lembrar que o último grande sucesso de Kelly – e talvez a sua melhor canção até agora – foi a contribuição com o DJ farofa David Guetta em “When Love Takes Over”.


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Rowland, pelo que parece, ainda está tentando se encontrar musicalmente. O que é uma lástima, já que ela se sai melhor quando vai para o eletrônico. Além do gênero a diferenciar da “concorrência”, valoriza ainda mais a sua voz – diga-se de passagem, pouco mostrada enquanto backing vocal de Beyoncé no seu antigo trio.

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