Lady Soul; Aretha Franklin

Lady Soul

Aretha Franklin

Atlantic - 1968

5 estrelas

Por Inês Amorim comentários

Aretha Franklin tinha 25 anos quando lançou “Lady Soul”, o seu décimo quarto álbum. Naquela altura, já era vista como uma diva, havia conquistado dois Grammys e possuía respaldo do público e da crítica. O disco é considerado um de seus trabalhos mais emblemáticos, além de trazer alguns de seus maiores sucessos.

A primeira faixa, o hit “Chain Of Fools”, alcançou o segundo lugar da Billboard e ganhou um Grammy de Melhor Performance Vocal Feminina de R&B em 1970. Também está em 249 na lista das 500 melhores canções de todos os tempos na opinião da conceituada Rolling Stone. Nada mais justo para uma faixa que se tornou um dos ícones da artista. A música é marcada pelo coro forte do refrão, que já diz tudo sobre ela: uma mistura empolgante de rock e soul.

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I never loved a man the way I love you; Aretha Franklin

I never loved a man the way I love you

Aretha Franklin

Atlantic - 1967

5 estrelas

Por Inês Amorim comentários

Lançado em 1967, “I never loved a man the way I love you” foi o grande responsável por projetar a Lady Soul Aretha Franklin ao estrelato. Somente a introdução da primeira faixa é o suficiente para você ser completamente conquistado pelo trabalho. Afinal, o que esperar de um disco que tem “Respect” como música de abertura? Foi com ela que Aretha conquistou seus primeiros Grammys de Melhor Gravação de R&B e Melhor Performance Feminina Vocal de R&B, em 1968. Além de um primeiro lugar na lista de singles da Billboard.

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One Direction; Up All Night

Up All Night

One Direction

Sony Music - 2012

3 estrelas

Por Yhury Nukui comentários

São mais de cem milhões de visualizações no YouTube, o sexto álbum mais vendido de 2011 no Reino Unido, o prêmio de Melhor Single no BRIT Awards e uma legião incontável de fãs devotados. Essas são algumas das “poucas” conquistas da boyband One Direction, descoberta em 2010 no “The X Factor UK”.

“Up All Night”, o álbum debute, lançado há pouco mais de quatro meses no Reino Unido, chegou hoje, 13 de março, ao mercado americano e em menos de vinte e quatro horas dominou o iTunes.

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Lucas Santtana, O deus que devasta mas também cura

O deus que devasta mas também cura

Lucas Santtana

Independente/ Doginóis

3 estrelas

Por Inês Amorim comentários

É difícil classificar o trabalho de Lucas Santtana. Em seu quinto disco, “O deus que devasta mas também cura”, o cantor e compositor baiano esbanja sonoridades, passeando do som acústico até batidas eletrônicas. De melodias dançantes à canções reflexivas. De ritmos brasileiros, como o samba, às influências de ritmos estrangeiros, como o dub.

O álbum é composto por dez faixas, sendo oito autorais e duas releituras: “O paladino e seu cavalo Altar”, versão de “This is not the fire”, da banda inglesa My Tiger My Time e “Músico”, composição de Tom Zé, Herbert Vianna e Bi Ribeiro. Além dos novos arranjos, a releitura de “Músico” contou com a participação da cantora Céu e do baterista Curumim – ambos fazem relativo sucesso fora do Brasil.

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Segunda Pele; Roberta Sá

Segunda pele

Roberta Sá

Universal Music - 2012

4 estrelas

Por Inês Amorim comentários

Segunda pele”, o quinto trabalho de Roberta Sá, se porta como uma profusão de ritmos. Diferente dos discos anteriores, o novo trabalho não traz o samba como gênero dominante, mas uma deliciosa salada de balada, marchinha, frevo e pop. Tudo numa mistura de melodias, cadências, sentimentos e tonalidades.

Eleita a melhor cantora de MPB na última edição do Prêmio da Música Brasileira, Roberta se firma a cada trabalho como um dos mais respeitados nomes da nossa música, e não é à toa. O esmero na produção do “Segunda pele” é algo latente. O virtuosismo das orquestrações compõe, juntamente com a voz suave mas de timbre forte da cantora, um trabalho que dá gosto de ser ouvido, além de orgulho. Afinal, dá uma ponta de satisfação ver a música brasileira alcançar níveis de tamanha excelência.

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