Por Yhury Nukui comentários
Talvez o que seja mais interessante no Linkin Park, é que eles nunca se repetem em seus discos e não são presos apenas a um único gênero – o que os diferem da grande maioria das bandas de rock. Mas, antes de começar a opinar sobre o “Living Things”, lançado mundialmente nesta terça-feira, 26 de junho, é preciso que seja feito um resumo dos dois discos anteriores, “Minutes To Midnight” e “A Thousand Suns”.
Os três álbuns tiveram o competente Rick Rubin a frente dos trabalhos de produção e são completamente distintos entre si. Enquanto “Minutes To Midnight” abandonou a sonoridade da banda – com muita guitarra, solos e elementos escassos do hip-hop – fazendo do vocalista Chester Bennington o centro das atenções, “A Thousand Suns” é o oposto. Tem uma pegada forte do hip-hop, destaque dessa vez a Mike Shinoda, letras extremamente políticas, com direito a um trecho do discurso de Martin Luther King, Jr. em uma das faixas.