31 anos da morte de John Lennon

Por Yhury Nukui comentários

31 anos da morte de John Lennon
Foto: Divulgação

Muitas pessoas hoje podem não ter vivido na época em que John Lennon estava no auge de sua carreira, mas certamente já leram ou ouviram a grande história de vida do incrível músico, que acima de tudo era como nós: um humano.

Há exatos 31 anos, às 10h50 da noite, John era assassinado em frente ao tradicional edifício Dakota, onde morava e voltava acompanhado da esposa, Yoko Ono.

Mark David Chapman, o homem que o matou, declarava-se fã. Neste mesmo dia, havia abordado Lennon para conseguir um autógrafo, e que fora gentilmente cedido pelo músico – ele havia lançado há três semanas o álbum “Double Fantasy”. Condenado à prisão perpétua, Chapman cumpre a sua pena em um presídio de segurança máxima em Nova York.

Minutos depois de ser encaminhado a um hospital, Lennon foi declarado morto. “Não haverá um funeral para John. Ele amava e lutava pela raça humana, façam o mesmo por ele”, disse Yoko em uma nota divulgada no dia seguinte ao atentado.

John Winston Lennon lutou pela igualdade social, pelos direitos da mulher e dos trabalhores, evidenciando assim ser mais que o grande músico que fundou Os Beatles, a banda de rock mais aclamada e influente de todos os tempos. Sua campanha “War Is Over! If you want it” é liderada até hoje por Yoko, que inclusive se pronunciou no Twitter para pedir aos fãs que enviassem suas condolências no site-tributo de Lennon: Imagine Peace.

Aperte o play, assista ao vídeo e se emocione com uma apresentação de “Imagine”, canção eternizada na voz do músico, no Madison Square Garden em 1972.


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