Rumo às nacionais
Por Jader Gomes comentários

No úlitmo dia 19, os membros do Glee Club deram as caras no décimo sétimo episódio da segunda temporada. Depois de vencerem as regionais, Rachel e os seus amigos do New Directions precisam se preparar para as nacionais, que acontecem em Nova Iorque.
Se vocês não se lembram, vale refrescar que cantando músicas de autoria própria, compostas especialmente para a competição, o coral do McKinley High superou o Warbles de Blaine e Kurt, e o coral comandado por Sue Sylvester, Aural Intensity.
Entre os fatos que certamente marcaram os últimos acontecimentos de “Glee”, estão: a presença constante de Gwyneth Paltrow como a professora substituta Holly Holliday. A recaída entre Finn e Quinn. E principalmente, a relação entre Blaine e Kurt, que acabaram se beijando no episódio “Original Song”.
Em “Night of Neglect”, o décimo sétimo episódio, os garotos precisam arrecadar fundos para a viagem a NY, além da venda de balas, planejam um concerto que reverencie as personalidades mais negligênciadas do cenário musical. Em contrapartida, Sue monta a “Liga da Ruína”, que pretende atrapalhar todo e qualquer plano do Glee Club. O dilema dessa trama foi a negligência dentro do próprio New Directions, onde Mercedes, deixada de lado, vê todo o estrelato de Rachel. Como era de se esperar, o plano de Sue foi por água abaixo e o patrocínio para as Nacionais está garantido, mas de onde menos se esperava.
Não sei se isso está acontecendo com todo mundo, mas comigo e algumas pessoas que eu conheço, sim: ando numa bad com Glee Club. Alguns episódios estão bem chatos, com diálogos muito fails. Aí quando disseram que o último episódio – “Born This Way” – ia ter duração acima de média, confesso, logo pensei: “NÃÃÃÃÃO!”
Mas gente, não é que eu quebrei a cara? O episódio foi muito bom, e dessa vez não só pelas músicas. A temática girou em torno da autoaceitação, e por isso o nome que referencie Lady Gaga.
Rachel queria fazer uma plástica no nariz, o que, para Mr. Schue, vai contra o que o Glee Club prega: se amar do jeito que se é. A inspiração de Rachel é Quinn, que por sua vez, só quer saber de ser a rainha do baile. Mas Lauren que impedi-la e se tornar a tal, para isso revira os arquivos das escolas onde Quinn estudou e descobre que o exemplo de beleza do McKinley não passa de algo fabricado.
Outro ponto de destaque foi a volta de Kurt ao colégio. Santana ao descobrir que Karofsky é gay, arma um plano pra fazê-lo se redimir e trazer o garato de volta. Tudo isso é claro, por interesse próprio. Ao trazer Kurt, ela sairia como “heroína” e também teria chances de se tornar a rainha do baile. Blaine e os meninos do Warbles vão se despedir de Kurt e cantam Somewhere Only we Know, do Keane.
Todos tentam convencer Rachel de que ela não deve recorrer a cirurgia, e essa é uma das partes mais divertidas do episódio: acontece uma espécie de flash mob em homenagem à Barbra Streisand, o que por fim, surtiu o efeito desejado, a garota desiste de ter um novo nariz.
“Born This Way” foi encerrado com a música que lhe emprestou o nome, e eu particularmente, achei incrível!
A gente se vê na próxima semana, e não se esqueçam: “All of us, born this way!”





