Estamos ansiosos pela primeira temporada digna do “The X Factor USA”
Por Yhury Nukui comentários

Não vou mentir que não estou ansioso pela estreia do “The X Factor USA” nesta quarta-feira, 12 de setembro, e que não contei os dias para ela. Não porque sou um fã de Britney Spears ou de Demi Lovato – uma contratação que me surpreendeu positivamente – mas também um admirador do formato dinâmico do reality show, que acabou me frustrando no ano passado com o terrível debute.
- The Voice
- The X Factor
- Glee
- 2 Broke Girls
- How I Met Your Mother
- Grey’s Anatomy
- Dexter
- Revenge
Ansiosos por:
A expectativa em torno de Britney e Demi é enorme, já que elas vieram para substituir a amiga de longa data de Simon, Paula Abdul, e a ex-líder das Pussycat Dolls, Nicole Scherzinger, que mesmo depois dos terríveis erros na temporada americana acabou parando na edição britânica do programa.
Para os que não conhecem o formato, vou explicar: depois das audições, que garantem uma boa diversão, temos o Boot Camp, uma espécie de acampamento que os jurados selecionam apenas 32 candidatos. Feito isso, eles são separados em categorias, uma para cada jurado, e vão para a chamada “Judges’ House”, onde são escolhidos 16 a seguir para aos programas ao vivo.
As quatro categorias – Garotos, garotas, grupos e maiores de trinta anos – devem sofrer mudanças nesse ano e é bem provável que esta última seja extinta para dar lugar a uma para crianças e adolescentes. Preciso dizer qual jurado vai ficar responsável por ela e cumprir sua função muito bem?
Detalhes a parte, outra peça-chave para o sucesso de um programa é o seu o host, o grande mestre de cerimônias. O que é um dos grandes dilemas de Simon Cowell para esta edição, já que, felizmente, Steve Jones assinou seu aviso-prévio e disse adeus ao programa com Nicole e Paula.
O desejo é ter um casal de apresentadores e Khloé Kardashian é a principal aposta para o cargo, enquanto não se sabe muito a respeito do homem que deve dividir os holofotes com a socialite.
O que me faz gostar ainda mais do “The X Factor USA” é ter duas pessoas, que realmente entendem do assunto, sentados na bancada. L.A. Reid e Simon Cowell não trazem apenas visões de admiradores da música, mas de profissionais da indústria. Dos dezessete finalistas do ano passado, cinco deles + a vencedora ganharam um contrato: Josh Krajcik, Chris Rene, Marcus Canty, Astro, Rachel Crow e Melanie Amaro. No fim, o talento de Drew acabou desperdiçado e ela, esquecida – o que espero que não aconteça na edição desse ano com outros candidatos.
O “The X Factor USA” se esforça realmente em conseguir um pacote completo, aquele com o fator x, o que justifica as grandes estrelas descobertas da versão britânica, atualmente em sua nona temporada. Sobre a competição com o “The Voice”, e a estreia tentar ser ofuscada pela emissora do pavão, não acho que este seja um problema. Os programas são diferentes e, veja bem, sou fã dos dois formatos, só que é mais do que claro qual deles quer realmente fazer um artista.





