Retrospectiva “Skins”

Por Jader Gomes comentários

De um milhão a infinito, quão lindo e emocionante é o trailer dos episódios que marcam o fim de “Skins”? Ainda não viu? Aperta o play aí embaixo. Pfvr!


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Desde o anúncio de que a sexta temporada da série (2012) seria a última, também ficamos sabendo que haveria um reencontro de gerações nos episódios especiais que foram prometidos para esse ano, 2013, como maneira de realizar uma verdadeira despedida.

Nesses momentos derradeiros, podemos perceber que o foco estará em Cassie, Effy e Cook – personagens muito amados por quem acompanhou seus dramas. Pelo que parece, cada um deles ganhará um episódio de duas horas de duração, e tudo começa em primeiro de julho.

Mas, ainda dá tempo de recapitular o que aconteceu com as três gerações de personagens que integraram o elenco das seis temporadas da produção britânica.

Primeira geração

Primeira geração
Foto: Divulgação

Leia: A primeira geração a gente nunca esquece

Segunda geração

Segunda geração
Foto: Divulgação

Leia: De carona no skate de Freddie…

Terceira geração

Terceira geração
Foto: Divulgação

Leia: Tão enigmática quanto Franky

XOXO, Gossip Girl

Por Jader Gomes comentários

Gossip Girl
Foto: Divulgação

Sabe quando a gente cria aquele vínculo especial com uma série e não sabe nem explicar o motivo certo, ela pode ficar ruim, te decepcionar e tudo, mas você não consegue abandonar o barco? Então, só larguei “Gossip Girl” agora, pois fui forçado. Na verdade, eu preferi mesmo um final que acontecesse o mais breve possível, imagina se fosse cancelada sem um adeus minimamente digno? Casamentos, revelações, filhos, os clichês estiveram presentes. Mas, no fim das contas e apesar de tudo, sentirei falta.

É indiscutível que “GG” foi só se perdendo ao longo do caminho, ao mesmo em que também perdeu personagens como a adorável e odiosa Jenny Humpfrey. Já Vanessa e Eric foram tarde. Outros ficaram confusos no enredo, como acabou acontecendo com a própria história. O amor pelo poder e riqueza de Serena se desfez com a pedância que transformou personagem em um ser desprezível. Dan acabou ainda mais chato do que no início. Nate, bom, Nate nunca foi nem uma coisa e nem outra. E só posso dizer que Chuck e Blair, principalmente ela, foram o que fizeram valer a pena.

Mas o series finale não estava me empolgando – quem acompanhou as seis temporadas sabe que a série caducou bem antes desse final – até que chegou o momento em que cinco anos se passaram no episódio e eu me dei conta de como a minha vida mudou, assim como a de todos aqueles personagens, desde a primeira vez que vi o episódio piloto. Eu sou saudosista de carteirinha, não sei nem como consigo viver com saudade de tanta coisa. Chorei com o sentimento parecido com o que me fez chorar com o episódio final de “Sex And The City”, que representava o encerramento de uma fase e a esperança comum aos recomeços.

Fica a sensação de vazio, mas também a de dever cumprido. Marcou a vida de alguma forma, me fez companhia durante muitas horas nesses cinco anos de exibição. Foram bons e maus momentos, foi viver a vida através da ótica de pessoas que nem sequer existem com esses nomes e essas histórias, mas que imitam direitinho uma realidade distante da minha. Me fez sentir por meio de todo aquele aparato fictício, emoções verdadeiras, e isso basta! “You know you love, XOXO!”

Nostalgia, inspiração e “The O.C.”

Por Lucas Calore comentários

The O.C.
Foto: Divulgação

Sou suspeito DEMAIS para falar de “The O.C.”, que sem dúvida alguma é a melhor série da geração. Quantos domingos que acordei cedo para ver a versão dublada nas manhãs do SBT? Muitos. A série conseguiu mexer com minha vida, e mexe até hoje, de tal maneira que sempre estou vendo de novo. Não que eu fique triste com muita frequência – já que quando estou triste ou mais reflexivo, sempre me bate aquela vontade de assistir algo que “combine” com esse momento – mas também vejo pelo simples fato de ter saudades.

Tudo se passa no universo de Condado de Orange County – daí “O.C.” – em Newport Beach, Califórnia. Apesar da riqueza e do luxo, todos têm conflitos e guardam segredos que sempre acabam revelados. Criada por Josh Schwartz, a série foi produzida pela Warner e estreou em 2003. Teve quatro temporadas, durando até 2007. Os dramas vividos pelo misterioso Ryan, pela problemática Marissa, pelo nerd Seth e pela fofa Summer mexem com a gente. O clima de festas, praias, baladas e muita, muita diversão é inspirador. Porém, o drama é profundo e, ficamos tão envolvidos, que mergulhamos em suas histórias.

Kirsten (Kelly Rohan) e Sandy Cohen (Peter Gallagher), pais de Seth, são o casal perfeito. Julie (Melinda Clarkle) e Jimmy Cooper (Tate Donovan), pais da Marissa, são o oposto e sempre se envolvem em polêmicas. Além do multimilionário Caleb Nichol (Alan Dale), pai superprotetor de Kirsten. Mas tudo começa quando Ryan chega a esse universo, sendo “adotado” por Sandy, advogado criminal.

Elenco The O.C.
Foto: Divulgação

O jovem misterioso, mas de coração bom, faz com que todos se choquem. Ele conhece Marissa – “Quem é você? – Quem você quiser que eu seja?” – e o amor que ali nasce é o gancho de todo o enredo. Conforme as coisas vão acontecendo, Ryan percebe que a vida nesse “paraíso” não é tão perfeita, e às vezes, não muito diferente do lugar onde cresceu. Seth, o garoto apaixonado por quadrinhos, e também pela fofa – antes periguete – Summer, dá o tom de humor à história – “Eu não consigo dizer eu te amo para outro homem, mas eu também tenho um grande afeto por você, pai!”. Ela reluta para deixar-se ser conquistada pelo jovem judeu, mas o namoro de idas e vindas dos dois tem um encanto todo especial.

Fora tantos outros personagens que foram essenciais para as histórias. Anna Stern (Samaire Armstrong), que disputava o Seth com a Summer, Kaitlin Cooper (Willa Roland), irmã safada e mimada da Marissa, Trey Atwood (Logan Marshall-Green), irmão cafajeste do Ryan, Taylor Townsend (Autumn Reeser), a que “substitui” Marissa, Luke Ward (Chris Carmack), o primeiro (e infiel) namorado de Marissa, Alex (Olivia Wilde) a rolinho do Seth que depois vira caso lésbico da Marissa (foi chocante), enfim. O colégio, a turma toda, os bailes, o clima nostálgico em todos os episódios.

Uma das coisas mais marcantes da série é a trilha sonora, que rendeu seis álbuns. Bandas alternativas, covers de famosas músicas e sucessos da época deram o tom essencial às histórias. Impossível ser diferente. As cenas não seriam iguais se as músicas não fossem àquelas.

A série foi um verdadeiro fenômeno. Mas chegou uma hora em que tudo explodiu, literalmente. Na terceira temporada, a trama tem uma reviravolta e um acontecimento chocante, o acidente e morte de Marissa. Ninguém, até hoje, sabe o real motivo. Especula-se que ela causava muito nos bastidores, mas a justificativa foi de que Mischa queria se dedicar ao cinema. Sim, estou chorando ao escrever. Mas não fiquem preocupados, eu gosto de ficar assim. Quietinho, vendo “The O.C.” e seus momentos e conflitos que tanto me identifico. Outro dia faço um novo post, contando as melhores coisas que vi e ainda vejo na série.

O humor seco de “Os Aspones”

Por André Pacheco comentários

Os Aspones
Fotos: Reprodução/Claudio Domingos

Antes, gostaria de pedir desculpas. Este post era pra ter entrado ontem, dia 07 de setembro, meio que encerrando a semana especial de conteúdo brazuca que a gente tá fazendo aqui no blog. Só que depois de ficar 15 horas seguidas dentro de um ônibus, eu não consegui nem com reza brava arranjar forças pra escrever. Mas isso não quer dizer que eu não posso deixar pra depois aquilo que eu posso fazer agora, né? Porque além de tudo nessa vida, eu sou um brasileiro de corpo e alma e meu sobrenome é “empurrar com a barriga”, que nem a galerinha do “Deixou Saudade” de hoje – que era pra ser ontem.


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Em 2004, a Globo colocou no ar uma série que tinha tudo pra dar certo – e deu. “Os Aspones” veio com um humor ácido e sem-noção, vezes beirando ao grosso, mas de uma inteligência e ironia formidáveis. E justamente pelo requinte na maneira de arrancar risadas, que o projeto estrelado por Selton Mello, Andréa Beltrão, Pedro Paulo Rangel, Marisa Orth e Drica Moraes – só gente foda – foi engavetado em alguma repartição nos arquivos da emissora. A audiência média era de 20 pontos, um número bom para o horário duma sexta-feira, mas a gente sabe que coisa realmente boa só pode ser realmente boa se não durar muito.

“Os Aspones” foi assinada pela brilhante dupla Alexandre Machado e Fernanda Young, os mesmos que nos apresentaram o casal Rui e Vani de “Os Normais”. A série, que se passava em Brasília, girou em torno da “promoção” do funcionário Tales (Senton Mello) ao FMDO (Fichário Ministerial de Documentos Obrigatórios). A repartição fictícia, como o próprio nome diz, servia pra guardar todos os documentos obrigatórios que nós brasileiros somos obrigados a tirar. Num canto qualquer da capital, e sem muito trabalho pela frente, esses funcionários – por intermédio do novo chefe – resolveram criar o FMDO, sigla pra Falar Mal Dos Outros. Em cada episódio, uma pessoa era trollada de todas as formas possíveis, além de trazer as típicas situações vividas em escritórios sob uma ótica não muito comum.

Alguma boa alma subiu todos os sete episódios no YouTube – e pelo visto, a Globo não viu, porque eles estão lá desde 2009. Se você tem um senso de humor parecido com o meu, corre lá e assiste. Garanto que vai dar boas risadas com um humor que foge dos clichês e das caricaturas que inundam a nossa programação desde sempre.

“Full House” e o início das gêmeas Olsen

Por Jader Gomes comentários

Mary-kate e Ashley Olsen
Em 1991 e no último dia 06. Fotos: Reprodução

Há 26 anos, no dia 13 de junho, nasciam Mary-Kate e Ashley Olsen. Pouco mais de um ano, em setembro de 1987, elas estreavam na tevê. O desenvolvimento das então garotinhas se confundiu com o da personagem que dividiam no sucesso “Full House”, Michelle Tanner.

Quem nasceu até o início da década de 90, certamente já viu ou ouviu falar da série, que foi transmita pelo SBT entre 1999 e 2005 com o nome de “Três é Demais”. A comédia conta sobre um pai e suas três filhas, que são criadas com a ajuda de seu cunhado garanhão e de um amigo após a morte da mãe das meninas.

Segundo reza a lenda, as pequenas Olsen por pouco não deixaram a produção depois do término da primeira temporada, mas tudo teria sido resolvido com um bom aumento de salário. Nós, é claro, agradecemos. A pequena Michelle é um espetáculo a parte no meio do não menos brilhante elenco.

Full House
Tio Jesse, vivido por John Stamos, era o melhor amigo de Michelle. Fotos: Reprodução

Como a caçulinha, ela é o xodó da casa, e suas irmãs DJ e Stephanie não muito raro se mordem de ciúmes da encantadora garota. Michelle, na verdade, é uma prodígio – aos dois anos já vivia sua primeira paixão avassaladora e mirabolava planos impensáveis para crianças da sua idade. Sem contar os seus inesquecíveis bordões.

Como “Full House” foi exibida até 1995, Mary-Kate e Ashley já saíram de lá com vários filmes no currículo, além de especiais e mini-séries. De cara, filmaram um de seus maiores sucessos, “As Namoradas do Papai” (It Takes Two, 1995), como Amanda e Alyssa, ao lado de Kirstie Alley e Steve Guttenberg – e que a Sessão da Tarde não nos deixa esquecer.

Depois desta nostalgia toda, fiquemos com a abertura de “Full House” e um pouco mais da fofura das pequenas Olsen.


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