Ontem, dia 20, o X Factor anunciou quem substituirá Britney Spears e LA Reid no quadro de mentores do programa: Kelly Rowland e Paulina Rubio. E mesmo que Kelly viva na sombra de Beyoncé, até os mais desavisados sabem quem ela é. Agora, e a Paulina WHObio? Até a Paulina Martins, gêmea da Paola Bracho, é mais pop.
Rubio é mexicana e começou sua carreira na década de 80 no grupo Timbiriche – que também foi um dos responsáveis por tornar Thalia conhecida do público em seu país de origem. Depois que deixou a agrupação, lançou-se como cantora solo e no início da década de 2000 gravou seu primeiro trabalho em inglês.
Foi de “Border Girl”, sua estreia nas terras do Obama, que ela obteve seu maior sucesso, o single “Don’t Say Goodbye”, de 2002 – que, inclusive é seu maior pico na lista Hot 100 da Billboard, posição #41.
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Paulina nunca conseguiu grande visibilidade nos Estados Unidos, mas também nunca desistiu. A carreira sempre foi morna, sem nenhum grande hit. No ano passado, ela assumiu uma das cadeiras da versão mexicana do “The Voice” e vai alternando gravações de discos em espanhol e em inglês.
Como escolhida de Simon Cowell para a nova temporada do X Factor – que já não andava bem das pernas nem com Britney em seu painel – talvez ela consiga ganhar algum tipo de visibilidade que favoreça sua carreira num mercado que nunca a acolheu de fato. Enquanto isso, se a decisão foi com o intuito de rebater a escolha do “The Voice” por Shakira, também latina, no mínimo deveriam ter mirado em Thalia. 01 bj.
Já deu tempo pra todo mundo ver, ou saber, da série que reavivou em nossas memórias a findada “Sex And The City”. Se no final da década de 90 Carrie conhecia Big, o então amor de sua vida, nos 80′s ela conhecia a sua primeira paixão. Apesar de perceber pelas prévias que “The Carrie Diaries” prometia, não imaginava que seria tão boa.
AnnaSophia Robb está uma ótima Carrie adolescente – só poderia ser melhor se fosse feita própria Sarah Jessica Parker. E mesmo com a lembrança da amizade irretocável entre ela, Miranda, Samantha e Charlotte – as inseparáveis da vez são Mouse e Maggie, com as quais forma o trio inabalável que descobre junto os dramas e delícias que se aproximam com a vida adulta.
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Aaaah os anos 80! Não vivi essa década na pele, mas sei o suficiente pra dizer que foram tempos muito interessantes para a música, a moda e a libertação de comportamentos vistos como transgressores. E a série vem cumprindo bem com isso, se adequando ao ambiente renovador típico da época retratada.
Não dá pra imaginar os rumos que a série vai tomar, nem mesmo se vai procurar manter fidelidade ao personagem já eternizado. Mas todo o cuidado já mostrado até agora, faz valer a pena. Só não vale se assustar com as madeixas ostentadas pela personagem principal, na época eram tendência!
Em agosto de 2010, estreou no canal ABC Family o sitcom “Melissa & Joey”. De um jeito despretensioso e cheia de risadas de fundo, a série tem todos os clichês pastelões que você puder imaginar. Sarcasmo? Uma família normal nada normal? Situações de vexame? Estão tudo lá, embalado pra viagem.
Foto: Divulgação
Estrelada pela eterna Sabrina, a aprendiz de feiticeira, Melissa Joan Hart e pelo ex-galã-mirim de “Blossom” Joey Lawrence, “Melissa & Joey” volta em sua terceira temporada em meados deste ano. A série se passa na cidade de Toledo, Ohio, e traz as situações vividas pela vereadora Melissa, pelo babá Joey e pelos adolescentes Lennox e Ryder – enteados da loura.
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Todo o drama gira em torno da tensão amorosa entre os protagonistas. Joey vai trabalhar na casa de Melissa após perder tudo e mais um pouco num escândalo financeiro causado pela irmã de sua nova patroa. Irmã essa, que também é mãe do casal teen. Uma panela pronta pra explodir? Imagina! As situações onde Joey e Melissa ficam próximos a demonstrar a paixão platônica são as mais hilárias e cativantes, além da troca constante de farpas e do ciúme mútuo.
“Melissa & Joey” já teve 45 episódios exibidos. A primeira temporada, um combo duplo, contou com 30. Quando eu vi o episódio piloto, em dezembro do ano passado, não consegui mais parar. Assisti a todos em seguida e já estou ansioso pela terceira temporada. Se você gosta de uma comédia canastrona, com piadas fáceis e muitas caras e bocas, vai se apaixonar pelo casal mais não casal da tevê americana.
É incrível como criamos laços com determinados programas da TV. Nessa fall season, minha atenção estava na versão americana do “The X Factor”, que não deixou uma boa impressão em 2011 e tinha tudo pra bombar neste ano. Britney Spears foi escalada para tentar aumentar audiência e Demi Lovato para atrair o público juvenil. Mas, nenhuma delas pode salvar o programa.
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Demi Lovato foi uma ótima jurada, mas péssima mentora. Perdeu a incrível Jennel Garcia por tentar transformá-la em um espelho de si mesma, Paige Thomas chegou aos programas ao vivo cheia dos “gagaísmos” com pitadas de Rihanna, o que também não deu certo. Cece Frey, um dos maiores nomes da temporada, já começou odiada pelo público e prejudicada pela edição!
O “The X Factor” fez muito bem para Britney. Suas entrevistas parecem menos controladas, mais desenvoltas e a alegria finalmente reina em todas elas. A musa ficou responsável pelas crianças/pré-adolescentes e fez um excelente trabalho como mentora, tanto é que teve um de seus participantes na final. Seu longo tempo de carreira lhe trouxe um olho clínico que poucos sabiam que ela tinha. Sem falar em suas reações divertidíssimas, presentes desde as audições.
Simon Cowell continuou com seus comentários ácidos, mas fez um bom trabalho com os grupos, que no ano passado fracassaram nas mãos de Paula Abdul. L.A. Reid, por sua vez, detestou ter ficado com a categoria de participantes com mais de 25 anos e já começou os programas ao vivo fazendo o que não devia. Até hoje não consigo compreender como ele eliminou David Correy. Mas, o empresário já anunciou que não estará na próxima temporada do reality – nós agradecemos!
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Quanto aos participantes, tudo seria muito diferente se estivessem na versão britânica. Jennel Garcia, Lyric 145, Cece Frey e David Correy que o digam. O formato do programa não foi feito pro público americano e tudo ficou muito claro depois dessa temporada. Tate Stevens jamais ganharia o reality se estivesse no Reino Unido. Se é que ele teria passado do Boot Camp.
Ele definitivamente não tem o fator X, mas não vou desmerecer seu desempenho durante o programa. Tate precisava muito da grana do prêmio de cinco milhões de dólares e não teria tantas oportunidades como Carly Rose Sonenclar, do grupo de Britney. Ela ficou com o segundo lugar, mas será lembrada por suas apresentações de alto nível. “Somewhere Over The Rainbow”, “My Heart Will Go On” e “Feeling Good” e “If I Were A Boy” estão aí pra provar. Britney mencionou diversas vezes que vê muito dela em Carly e vale lembrar que a musa também perdeu no “Star Search” quando era bem novinha.
Nunca me frustrei tanto numa final como essa, nem mesmo com a da segunda temporada do “The Voice”. O lado bom de tudo isso é que, além de Tate, Carly, Fifth Harmony e Emblem3 já tem contratos confirmados e Paige Thomas, do grupo de Demi, foi contratada pela Roc Nation. Alguém tem dúvida de que Jay-Z fará dela um sucesso?
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Depois que o “The Voice” chegou nos Estados Unidos, Simon Cowell está demorando a entender que o modo “não polêmico” de se fazer reality é o favorito do público de lá e precisa promover mudanças mais significativas na próxima temporada. Acredito que Britney não deva voltar e com L.A. já fora do time, são dois espaços vazios na bancada. Simon só enche Demi de elogios e ela também demonstrou interesse em permanecer no programa, então podemos aguardar pelo retorno da moça.
O destaque da temporada foi Britney Spears, que causou um enorme rebuliço nas redes sociais. E quando se trata de um show de calouros, isso não é suficiente. Não foi dessa vez, Simon Cowell. Boa sorte em 2013!
Chegou ao fim ontem a terceira temporada do “The Voice”, mas os indícios de quem seria o grande vencedor já eram aparentes desde que Cassadee Pope alcançou um recorde ao performar “Over You”, música original de Miranda Lambert, e foi ao topo de vendas no iTunes e ao vigésimo quinto lugar na Billboard Hot 100. Dito e feito, a moça de 23 anos saiu coroada da competição, deixando o segundo lugar com Terry McDermott e o terceiro com Nicholas David.
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A temporada foi, na minha opinião, a mais equilibrada até então, mesmo com o certo favoritismo por Cassadee. O top 10 tinha cantores de estilos variados, mas todos cheios de talento. Melanie Martinez, que chamou atenção na internet ao cantar uma versão indie de “Toxic”, de Britney Spears, em sua audição; Bryan Keith, que não durou muito, assim como Sylvia Yacoub; Dez Duron, o último sobrevivente do time de Christina Aguilera, mas que não conseguiu passar do top 8; o mais amado pupilo de Cee Lo Green, Cody Belew. E as grandes vozes de Amanda Brown e Trevin Hunte.
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O gran finale começou na segunda-feira, onde os três finalistas cantaram, entre outras, músicas que já haviam apresentado durante a competição. Cassadee revisitou a sua mais comentada e famosa delas, a já citada versão de “Over You”. Aguilera, que havia virado a cadeira para a concorrente, assim como Adam, Cee Lo e Blake, que acabou virando seu mentor, disse: “Você está pronta para ser uma estrela do country, do pop ou de qualquer estilo”.
A trajetória de Pope no programa começou com um dos hits mais famosos da década de 90, “Torn”, na voz da australiana Natalie Imbruglia. Irônico é que, diferente de Natalie, que não teve muita sorte após a música e acabou não sobrevivendo aos holofotes, Casaadee decolou.
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Ao longo do programa tornou-se visível a admiração dela por Avril Lavigne, da qual cantou duas músicas, “My Happy Ending” e “I’m With You”. E, para sua felicidade, pode repetir a última num dueto com a própria cantora na noite de ontem, onde também cantou com o The Killers, em “Here With Me”.
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As outras atrações foram: Kelly Clarkson, ao lado de Cassadee e Terry, performando “Catch My Breath”; Smokin Robinson e seu sucesso “Cruisin”, junto de Nicholas David; Peter Frampton, com Terry, em “Baby I Love You”; Bruno Mars, “When I Was Your Man”; e Rihanna com “Diamonds”.
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O último programa de Christina Aguilera e Cee Lo Green como parte do quarteto de mentores foi um grande sucesso, o que consolida cada vez mais o nome do “The Voice” como uma franquia bem-sucedida por lá. Mas, além das despedidas – e da já anunciada chegada de Shakira e Usher para ocuparem as cadeiras que ficaram vazias – a final também arrasou em audiência, a maior já alcançada pelo programa, com mais de 14 milhões de telespectadores. O reality volta no dia 25 de março do ano que vem e nós, é claro, não vamos perder.
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