2013 e ainda tem gente que insiste em te provocar, né? Mas nada de xingar. Há outras maneiras – e bem mais legais – de sambar na cara das inimigas. Que tal ao som de alguns músicas estrategicamente preparadas para isso? Dá uma olhada nas nossas dez sugestões:
10“Fala Mal de Mim”
Mc Beyoncé
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Uma das descobertas mais divertidas de 2013 foi Mc Beyoncé. Em “Fala Mal de Mim”, a moça não poupa veneno quando o assunto são as inimigas recalcadas: “Fala mal de mim, mas é minha fã encubada”!
Mariah Carey lançou essa semana “#Beautiful”, o seu tão esperado single comeback em parceria com um cantor que eu nunca tinha ouvido na falar na vida. Um tal de Miguel. Bem, eu adorei a música – como fã, principalmente. Há tempos ela não fazia um single de estreia tão diferente do lugar comum que ela faz há anos.
E não sou eu quem digo isso, é a crítica. O New York Times levantou a bola e sugeriu que essa seria a música do verão nos Estados Unidos. Inclusive, o público tem tido uma receptividade gigante pra “#Beautiful”, coisa que Carey não sabe o que é desde 2008. Veremos o seu décimo nono hit encravado no topo da Bilboard? Possivelmente. Pra alegria de Mariah e terror das inimigas.
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Mas nem tudo foi assim tão bonito em “#Beautiful”. O clipe, que estreou ontem à noite globalmente no Vevo, é uma bela duma porcaria. Uma bosta, pra dizer a verdade. Conseguiu ser pior que “Triumphant”? Não, porque “Triumphant” é com certeza a pior produção audiovisual da cantora.
Mas ficou muito aquém da música e de seu potencial – e não falo nem do conceito do clipe ou de Mariah pagando de gatinha até hoje, mas falo também de aspectos técnicos, como fotografia, figurino e efeitos especiais. O que foi esse chroma key cagado?
Para uma artista como Mariah Carey, que tem mais bolas foras que acertos em se tratando de clipes, errar em “#Beautiful” foi um erro. Um erro bem feio.
Sexy sem ser vulgar, e sem pinçar as sobrancelhas. Foto: Book de 15 anos Divulgação
Não escondo, e já disse aqui, que eu sou fã da Mariah. Assim, fã mesmo. Então, tipo, eu falo dela mesmo e se você não gosta, vá caçar outro lugar, tipo a esquina, pra falar mal. Agora pouco, me deparei com um artigo bem legal de um blog americano sobre o legado da Mimi. E é bem bacana ver o quanto essa mulher contribuiu pra indústria e abriu portas pra essa leva de divas glicosadas e montadas nos rappers que vemos aí, tipo a Beyoncé.
Talvez você não saiba, mas o primeiro disco da Mariah foi lançado em 1990. Eu tinha meia década de vida e a mulher já tava lá no estúdio. São mais de 20 anos de carreira lançando sucesso atrás de sucesso, com alguns flops. Mas quem nunca se ferrou na vida, né minha gente? Por ser fã, e conhecer tudo que a jurada mais apática da TV americana já gravou, eu separei cinco faixas dançantes e desconhecidas dos primórdios da carreira da moça, antes das plásticas e da água oxigenada nas madeixas castanhas e encaracoladas. Arrede os móveis e vem dançar comigo na dancefloor dos golfinhos!
Via Billboard – Depois de seis anos e sete meses após ter seu primeiro single a atingir o topo da parada mais importante da música, Rihanna alcança a marca de Madonna em números de canções na mais alta posição da Billboard Hot 100.
Nesta semana, “Diamonds”, carro-chefe do “Unapologetic” – que também deve marcar a primeira estreia de um disco de Rihanna no topo da Billboard 200 – se tornou o décimo segundo #1 da cantora na lista. Agora, ela e Madonna têm cinco a menos do que a líder feminina Mariah Carey.
Mas, enquanto a jurada do “American Idol” permanece invicta em números, Riri já conseguiu – com sua compulsão por álbuns – superar pelo menos o espaço de tempo em que Carey conseguiu acumular seus doze primeiros topos, sete anos e um mês.
“SOS”, em 2006, foi quem deu a largada nessa história e os singles de Rihanna que permaneceram por mais semanas na posição privilegiada foram: “We Found Love” (10) e “Umbrella” (7) – o mesmo tanto que a sua parceria em “Love The Way You Lie” do Eminem. Seu disco com mais canções #1 é o “Loud”, com “What’s My Name?”, “Only Girl (In The World)” e “S&M”.
Mariah Carey na posse de Obama em 2008. Foto: Reprodução
Foi-se o tempo que Mariah Carey lançava uma música e todo mundo parava pra ouvir. Mas também pudera, ainda mais depois da péssima recepção que “Triumphant” teve, e olha que nem é uma faixa muito ruim. Ou também, pelo último disco, ou também pelo dueto com Justin Bieber. São tantas variáveis que deixaram a carreira dela meio morna.
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“Bring It On Home” é uma balada R&B clássica, amaciada com um coro de vozes graves enquanto desliza por elementos do gospel. É uma dessas faixas que a Mariah Carey esqueceu como se faz há anos. O som é leve, mas a letra é heroica. “Quando se trata de ganhar ou perder, não desistir perante à luta. Pois a força é o que precisamos, e o amor pode salvar as nossas vidas”, diz um trecho. É uma pegada bem “Yes we can”, lema usado por Obama em sua campanha em 2008. E cai como uma luva pra esperança que tomou conta dos democratas após a ameaça, e derrota, do pedante Romney.
A faixa foi feita exclusivamente pro Obama e apresentada em junho durante um evento oficial. Não foi lançada como single – e não se tem notícia ou confirmação sobre isso. Uma pena, pois “Bring It On Home” é triunfal.