O suicídio do extremista, a vida longa do extremismo

Por Murilo Araújo comentários

Catedral de Notre Dame
Catedral de Notre Dame, em Paris. Foto: Reprodução

E quando você acha que um extremista não podia ir mais longe do que tudo que a galera conservadora já aprontou, o que ele faz? Exatamente, entra numa igreja e dá um tiro na própria cabeça em sinal de ~protesto~. Foi o que fez Dominique Venner, historiador e ensaísta que cometeu suicídio na tarde de hoje, em frente ao altar da catedral de Notre Dame, em Paris.

Os reais motivos do ato, registrados na carta que Venner deixou na igreja antes do tiro, ainda não foram revelados pela polícia francesa, mas o que se sabe é que, em um post publicado em seu blog horas antes do ato, o suicida manifestava-se contrário a lei sancionada dias atrás no país, permitindo o casamento entre pessoas do mesmo sexo. No texto, Venner afirma que “são necessários gestos novos, espetaculares e simbólicos para tirar as pessoas da sonolência, balançar as consciências anestesiadas e acordar a memória das origens”.

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Polêmica demais, bom senso de menos

Por Jader Gomes comentários

Angelina Jolie
Foto: Reprodução

A internet sempre fica em polvorosa quando alguém muito famoso revela que fez algo passível de se tornar muito polêmico, e sabe o motivo? É hora de aproveitar o assunto e tentar se promover causando ainda mais polêmica, quando, ao contrário, você poderia apenas utilizar o bom senso – o problema é que grande parte das pessoas não o tem.

E os holofotes desta vez estão sob Angelina Jolie, e ironicamente não pelas razões que estamos acostumados. O mundo acordou hoje com a notícia de que a atriz, que é uma das pessoas mais influentes e engajadas de Hollywood, fez uma cirurgia para a retirada dos dois seios por alta iminência de desenvolvimento de câncer mama.

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Deixe quem quiser gostar, de meninos e meninas

Por Murilo Araújo comentários


Foto: Reprodução

Prestes a estrear sua nova novela, “Amor à Vida”, que por sinal terá uma razoável quantidade de personagens gays, o dramaturgo Walcyr Carrasco assumiu há alguns dias a sua bissexualidade, em entrevista a revista Playboy. Assim que fiquei sabendo da noticia, corri para alguns sites para conferir a informação, e, como era de se esperar, esbarrei com algumas daquelas pérolas que a gente sempre encontra na seção de comentários.

Grande parte do escândalo era por uma razão simples: o novelista, não satisfeito em dizer “sou bissexual”, tratou de soltar que acha que todo mundo é também. Aí, já viu. Não demorou muito, começaram a pipocar os héteros supostamente bem resolvidos com a sua sexualidade, dispostos a reforçar veementemente a sua orientação, muitos deles interessados em defender aquilo a que chamam de “moral e bons costumes”.

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Toda forma de amor é válida

Por Yhury Nukui comentários

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Menos cavalo manco na lua que te traiu e mais boca fechada. Foto: Reprodução

2013. Século XXI. E ainda tem pessoas da mídia que se dão ao trabalho de abrir a boca quando não são chamadas ou pra falar coisa que não presta. A querida da vez é a muy amada (risos), Joelma Mendes, “cantora” da Banda Calypso. Mas, antes de qualquer comentário a respeito da declaração dela, é melhor que vocês a leiam:

“Tenho muitos fãs gays, mas a Bíblia diz que o casamento gay não é correto e sou contra. Se eu tivesse um filho gay lutaria até a morte para fazer sua conversão. Já vi muitos se regenerarem. Conheço muitas mães que sofrem por terem filhos gays. É como um drogado tentando se recuperar”.

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Sem mais julgamentos para Rihanna

Por Yhury Nukui comentários

Confesso que já tentei odiar Rihanna, na maioria das vezes por certas burradas que ela comete no âmbito pessoal, mas desisti. Não consigo.

Passei a última semana ouvindo discos da barbadiana e observando o quanto eles falam por si. “Good Girl Gone Bad”, a era que mudou sua vida, foi a fase mulherão; “Rated R”, a mais obscura e intimista; “Loud”, a alegre e de bem com a vida; “Talk That Talk”, a ~~vida louca~~ e, por fim, “Unapologetic”, onde ela apertou a tecla de “f*da-se” e pediu ao mundo para viver tomando suas próprias decisões. Não preciso comentar “Music Of The Sun” e “A Girl Like Me”, né?

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