Fergie e Slash, uma parceria com muitos frutos Foto: Divulgação
Se ontem foi dia do amigo, nada melhor que comemorar com música. Por isso, essa lista celebra a amizade entre estilos musicais diferentes. Pois gosto musical é igual a sexualidade e Avenida Brasil: não se discute. Porém, em todos os cantos das mais variadas vertentes da quinta arte, existem os defensores e ofensores de suas opiniões. Quem nunca viu uma briga entre fãs de Britney Spears contra fãs de Christina Aguilera? Pior do que as brigas são os motivos. As principais acusações são: “Ela está gorda”, como se isso fosse relevante.
Ainda pior que o mérito da briga entre fãs, é a briga entre estilos musicais e entre os principais deles estão a eterna briga do pop versus o rock. Fãs de Madonna contra fãs de Metallica e por aí vai. Mas, como o Vestiario é um lugar de paz e amor, vamos provar aqui que essa briga é tão boba quanto seus motivos – sejam lá quais forem. E a maior prova disso são as parcerias entre roqueiros com cantoras pop, um verdadeiro tapa na cara da sociedade. Confiram seis grandes exemplos:
Sexta-feira, o dia mundial da diversão. Já parou para pensar o que vai fazer hoje à noite depois que sair da firma? Pois o Vestiário preparou uma lista com clipes para todos os gostos, independente se você vai passear no shopping e ver vitrine com azamigas, ficar em casa comendo chocolate e bebendo vinho com o love debaixo do edredom, ou até mesmo para quem vai passar a noite com os manos nas quebrada.
O tema da nossa lista de hoje é FRIDAY! So, let’s start the party!
Se existe algo do qual os famosos mais têm medo, é a divulgação de qualquer assunto de sua vida privada. Mas de uma coisa temos certeza, quando seus podres são descobertos, tanto a mídia quanto os fãs entram em êxtase! E o que dizer quando o assunto é sex tape? De imediato, todos dizem não saber de nada. Mas, no fim, a verdade sempre prevalece. Veja agora quais são as seis sex tapes mais gostosas dos famosos!
Paris Hilton
Dizem que pelo menos assim, ela é boa atriz. Foto: Divulgação
Começando com a patricinha mais amada de Hollywood, que esteve no Brasil atacando de DJ no Pop Music Festival. A herdeira aproveitou um quarto de hotel – será que foi em um dos hotéis da família? – pra fazer um “Puts-Puts” com o então namorado Rick Salomon. Acontece que o momento foi inteiramente gravado com direito a efeitos de visão noturna (faltou só o globo de luz) e o que era para ficar entre quatro paredes foi parar na internet e também foi distribuído em vídeo. O filme ganhou o título de “Noite em Paris”, caso seu amigo (porque nós não vemos este tipo de coisa, né?) queira baixar e assistir.
Colin Farrell
Esse dá conta do recado de qualquer jeito. Foto: Reprodução
Colin Farrell é do time dos grandes atores do cinema hollywoodiano e, por isso, quis mostrar que dá conta do recado mesmo quando a produção é precária e conta somente com ele como estrela. Na época do vídeo o ator estava careca (só em cima, diga-se de passagem) e se fartava de todas as formas possíveis num sofá ao lado de Nicole Narain numa gravação pra lá de comprometedora. Aliás, Farrell, que é lindo, hot e bem dotado, permanecerá pra sempre na lembrança de quem assistiu a sex tape e a moça, sendo eternamente inveja.
Kim Kardashian
Cordei, cadê sextape? Foto: Divulgação
Muito antes de ser conhecida pelo “Keeping Up With The Kardashians”, a modelo-atriz-empresária e, acima de tudo, socialite Kim Kardashian, que também está entre as personalidades mais comentadas em todo o mundo, foi, acredite, atriz pornô. O filme caseiro em que Kim aparece com seu ex-namorado Ray J teria sido feito com seu consentimento, porém, apenas para fins pessoais. Acontece que om material caiu nas mãos de produtores da Vivid Entertainment, distribuidora de filmes pornográficos – bastante famosa por conseguir levar ao público filmes caseiros de celebridades. Kim conseguiu na justiça o impedimento da distribuição do vídeo e ainda embolsou mais de 5 milhões de dólares com processos.
Gene Simmons
Sim, “aquele cara da língua comprida” também tem sextape. Foto: Divulgação
Mais conhecido por sua enorme língua, o vocalista da banda Kiss é uma das celebridades mais polêmicas da música, não apenas por causa de seu passado mulherengo (ele afirma ter tido relações sexuais com mais de 5 mil mulheres). Gene já participou de um reality show centrado na vida pessoal de sua família – “Gene Simmons: Family Jewels”. Mas o que ele não esperava é que uma fita contendo uma de suas mais de 5 mil relações sexuais fosse cair na internet, e mesmo depois de desmentir sua existência, teve que contar a verdade. Dizem que é possível ver sua poderosa língua em ação nesse vídeo, mas como eu sou um moço de família, ainda não conferi.
Tila Tequila
Se você gosta de mulheres em ação, eis uma sex tape boa de se ver. Foto: Divulgação
A lindíssima participante do programa “A Shot at Love”, um reality show onde 16 homens e 16 mulheres lutavam para serem seus (suas) namorados (as), vive de polêmicas. Apesar disso, uma coisa é certa, Tila Tequila nunca escondeu suas verdades, tanto que uma fita contendo relações sexuais entre ela e várias outras mulheres foi disponibilizada pela Vivid Entertainment e a moça nunca negou nada. Ou seja, há males – será que foi realmente ruim? – que vêm para o bem.
Fred Durst
Durst não manda bem apenas no vocal, se é que você me entende. Foto: Divulgação
O vocalista do Limp Bizkit também não saiu ileso de uma gravação que fez – essa sextape eu vi, e garanto que é boa! No caso de Fred, o material foi roubado do seu computador por um técnico que teria ido averiguar problemas com a internet em sua casa. O vídeo foi vendido para o site Gawker, que teria redistribuído para vários outros sites internet afora. A brincadeira custou caro e o Gawker precisou desembolsar cerca de 70 mil dólares para o vocalista, que, além de ficar conhecido como bem dotado, ficou mais rico.
Em cena, ótimo elenco com uma química impressionante”. Foto: Divulgação
No último dia 19, aconteceu a pré-estreia oficial de “A Febre do Rato”, na Reserva Cultural, em São Paulo – um dia depois de sua apresentação no Rio de Janeiro. O filme é distribuído pela Imovision, expert na distribuição de filmes autorais, dentre os quais, o ótimo e adorado, “Dogville” (com Nicole Kidman, de 2003).
Na sessão, a presença do diretor Cláudio Assis, (“Amarelo Manga”, 2003 e “Baixio das Bestas”, 2007), que entrou no cinema escandaloso e, como sempre, polêmico. Sem papas na língua, afirmou que “ele sim, sabia fazer cinema de verdade”, uma clara indireta ao diretor brasileiro Walter Salles, que é consagrado internacionalmente e agora faz sucesso nos Estados Unidos com “On The Road”, com Kristen Stewart no papel principal.
Ao que interessa, o filme possui todos os elementos do cinema velho nacional, tais como muitos palavrões, barracos, muita nudez e drogas. Mais do que polêmico, ele conta a história de Zizo (impecavelmente interpretado por Irandhir Santos), um poeta anarquista, inconformado com o conformismo da sociedade atual e que, através de contos e poemas, tenta expandir seus pensamentos para a população de Recife – cidade que serve de plano de fundo para a história.
Zizo cria sua própria comunidade, onde sexo, ilicitudes e muita poesia com amigos, convivem em comunhão quase naturista. Mais tarde, o protagonista conhece Eneida (atuação não menos grandiosa de Nanda Costa), por quem se apaixona e apresenta seu mundo sem pudores, um mundo marginal, recheado acima de tudo, por amor e muita mensagem de paz.
Este vídeo está no YouTube e pode ser removido e/ou impedido de ser exibido a qualquer momento
Com um final muito impactante, o longa é um poema visual e literal. Cláudio Assis repetiu as polêmicas de seus dois últimos filmes, e eu ainda diria que conseguiu se superar. “A Febre do Rato” relembra o cinema marginal da década de 70 e, de forma mais contraída, alguns elementos da pornochanchada.
O filme é imperdível, principalmente para os amantes do cinema autoral nacional, algo que está aos poucos em extinção. Celebra a marginalidade e a defesa das minorias, sejam elas quais forem. Diria que é um filme para todos os tipos de pessoas, é para homens com poesia e até mesmo para ratos com poesia. Ah, e a trilha sonora é outro ponto forte, com direito a Jorge Du Peixe, de “Nação Zumbi”.
Se você quer ver o delicioso Juliano Cazarré, Adauto de “Avenida Brasil”, em ação, se é que você me entende, esse filme é imperdível.
Noomi Rapace, Michael Fassbender, Charlize Theron e ótimo elenco”. Foto: Divulgação
Quando lançado, em 1979, por Ridley Scott, então destemido diretor de ficção científica e futuramente de outros grandes épicos, “Alien, o 8º Passageiro” foi um dos primeiros filmes a usar a temática, com maestria, de um dos maiores medos do ser humano – enfrentar aquilo que não conhece. No primeiro longa de uma série de clássicos, a protagonista, Subtenente Ripley (Sigourney Weaver), encontra em uma nave abandonada no espaço, o que vem a ser o Nêmeses de sua existência: um dos monstros mais mortais de toda a ficção científica, o Alien.
Em “O 8º Passageiro” e suas continuações, todas com Ripley como personagem central (sem contar “Alien VS Predador”), e em todos os filmes da franquia, no entanto, ficou a dúvida: De onde veio e por quê os “Aliens” querem tanto caçar os humanos?
A resposta está em “Prometheus”, novo filme que renova a franquia, mas que também deixa outras dúvidas (que serão respondidas em alguma continuação, eu espero). Nele, Scott consegue manter o mesmo clima de tensão e ainda apresenta uma nova heroína, Elizabeth Shaw (Noomi Rapace), que ao contrário de Riplay, é menos durona e mais medrosa (mais humana). Em “Prometheus”, dois cientistas, Shaw e seu companheiro Charlie Holloway (Logan Marshall-Green) descobrem pistas que podem responder a principal pergunta da humanidade – Quem nos criou? De onde viemos?
A partir daí, embarcam na nave que dá nome ao filme com uma equipe de cientistas e exploradores em uma jornada que poderá responder essas perguntas ou acabar com todas as chances de sobrevivência da raça humana. Entre os tripulantes, está o intrigante androide David (Michael Fassbender), que me fez lembrar outro personagem dirigido por Scott, o também androide Roy Batty (Rutger Hauer), personagem esse que procura entender o sentido da existência em “Blade Runner: o caçador de androides”.
O primeiro de muitos Aliens”. Foto: Divulgação
Ao chegarem num planeta “irmão” da Terra, várias galáxias distantes da nossa, o grupo descobre uma nave aparentemente inabitada, mas que mostra ter mais do que vida – a própria morte. Para quem viu os filmes originais, deve ter se perguntado de onde vieram e por que os aliens queriam tanto destruir os humanos e outras formas de vida que encontravam pela frente. Essa resposta foi dada em “Prometheus”.
Apesar disso, “Prometheus” não tem de forma alguma o mesmo peso que a franquia original, mas nos fez reviver os tempos áureos em que valia a pena assistir filmes de ficção científica, já que os filmes da última década, com algumas exceções, deixaram muito a desejar. E também conseguiu, inclusive muito bem, introduzir com maestria questões filosóficas sobre a velha batalha da criação contra os criadores, o que novamente nos lembra “Blade Runner”. Se você é fã da série original e do gênero, vale a pena assistir e tirar as suas próprias conclusões.