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Uma Paola Oliveira “Muito Maluquinha”

Por Bel Bonotto comentários

Baseado na obra de Ziraldo, “Uma Professora Muito Maluquinha” chegou aos cinemas ontem, 07 de outubro.

Uma Professora Muito Maluquinha
Foto: Divulgação

O filme conta a história de Cate (Paola Oliveira), uma moça do interior de Minas Gerais que vai estudar para ser professora na capital, e mais tarde volta toda “moderninha” pronta para mudar os métodos de ensino de uma tradicional escola da cidade. Por ter uma visão à frente de seu tempo, ela vira alvo fácil de críticas.

As outras professoras, que não passam de carolas, reclamam frequentemente com Padre Beto (Joaquim Lopes) da postura da “rival”. Beto, o reitor da instituição e amigo de infância de Cate, fica descontente com as reclamações, e tenta levar a situação de maneira que não prejudique a amiga. No fundo, ele sabe que os métodos nada ortodoxos são satisfatórios e as crianças aprendem de verdade. Além de, claro, os alunos serem verdadeiramente apaixonados pela professora.


Este vídeo está no YouTube e pode ser removido e/ou impedido de ser exibido a qualquer momento

Enquanto os estudantes das outras classes sofrem com o lema: “decorar, estudar, dever de casa e nenhuma diversão”, a turma de Cate aprende com entusiasmo. Ela apresenta um universo muito além das salas de aula, levando-os ao cinema e a piqueniques. A tabuada, o terror das crianças, é ensinada com música.

“Uma Professora Muito Maluqinha” traz duas participações especiais. A primeira é Chico Anísio como Monsenhor Aristides, tio de Cate e seu protetor contra a fúria conservadora das outras professoras. Por fim, o autor do livro, lançado em 1995, é o simpático administrador do cinema local. Ziraldo, caracterizado de Monteiro Lobato, abre as portas fora do horário para que Cate e seus alunos assistam “Cleópatra”.

Paola Oliveira está brilhante no papel da meiga e divertida “Professora Muito Maluquinha”, até no sotaque mineiro – que dificilmente não é reproduzido com um caipirismo típico de quem não conhece o interior de Minas Gerais – ela acertou. O longa é fiel ao livro, com algumas poucas adaptações para dar sustância à obra, e traz Ziraldo, também, como roteirista. A direção é por conta de André Alves Pinto e César Rodrigues.

No fim, fica uma nostalgia com gostinho de infância. Cate é a professora que todos nós gostaríamos de ter tido, maluquinha ou não.

Bieber Fever chega ao Brasil

Por Bel Bonotto comentários

Logo após a abertura da banda Cobra Starship, um vídeo chamou atenção dos 40 mil fãs de Justin Bieber no Engenhão. “Vocês estão prontos para o show?! Então contem!”. Um cronômetro marcando 15 minutos, até Bieber finalmente entrar no palco. A multidão foi ao delírio.

Justin Bieber
Justin Bieber no Rio de Janeiro. Foto: Alexandre Durão/G1

Com duração de uma hora e meia, o primeiro show do cantor no Brasil não deixou ninguém decepcionado. Com trinta minutos de antecedência, Justin abriu a “My World Tour” com “Love Me”. Os fãs, já ansiosos pela chegada do astro teen, entraram em estado de êxtase e cantaram cada palavra da letra.

Como não poderia faltar, Bieber fez declarações de amor ao Brasil. A maior parte do carinho que recebe online vem daqui, por isso considera os fãs brasileiros os melhores do mundo. “Faço tudo para ver todo mundo aqui sorrindo. Pois quando vocês sorriem, eu sorrio”, recitou parte do refrão de “U Smile” na sequência de sua manifestação pública de amor pelo país. Diante de tamanha emoção, o público vibrou e emendou um “Justin, eu te amo!”, coro vindo de todas as partes do Engenhão.

Na vez do sucesso “One Last Lonely Girl”, uma fã – que dizem ter sido escolhida com o aval da namorada do cantor Selena Gomez, que assistia tudo pela coxia – subiu ao palco e ficou sentada em um banquinho enquanto Justin apresentava a música. Visivelmente emocionada, a fã recebeu um buquê de flores e um abraço de seu ídolo.

Além do canto, Bieber mostrou suas outras habilidades durante o show. Apresentou as versões acústicas de “Never Let You Go” e “Favorite Girl”; tocou piano em “Down To Earth” e bateria no finalzinho do cover de “Walk This Way”, sucesso do Aerosmith. Bieber também homenageou Michael Jackson fazendo o moonwalk, marca registrada do Rei do Pop.

O astro se despede do público. Mas não era o fim, ainda. No telão: “Sério? Sério mesmo? Vocês querem mais? Então gritem! Mais alto!”. Justin volta ao palco e apresenta “Under The Mistletoe”, música inédita de seu álbum natalino – com lançamento previsto para o início de novembro. Ele disse que o single estará disponível em breve no YouTube.

Bieber também convidou o lutador Anderson Silva para subir ao palco em um desafio de dança. E para encerrar de vez, ele pergunta qual música o público quer ouvir. Um nítido “Baby!” ecoa todas as partes, e o cantor se rende ao pedido do público e encerra o show com o hit que o tornou famoso.

Justin se apresenta novamente amanhã no Rio de Janeiro, dias 08 e 09 de outubro em São Paulo e dia 10 encerra a sua turnê brasileira em Porto Alegre.

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