O novo disco de Jay-Z, “Magna Carta Holy Grai”, já saíra do forno com um milhão de cópias vendidas. Graças a um investimento de 5 milhões de dólares da gigante coreana Samsung, no dia 04 de julho, três dias antes do lançamento oficial, um milhão de usuários do smartphone Galaxy ganharão gratuitamente uma cópia do álbum.
Porém, de acordo com informações do Hypebot, ainda não sabemos se a Billboard vai aceitar a jogada comercial e contar as cópias compradas pela empresa. Se sim, “Magna Carta Holy Grai” já entrará de cara no primeiro lugar e possivelmente como a maior estreia da história da revista. Uau!
Pra participar, os usuários do Galaxy devem baixar um aplicativo e a partir do dia 24 de junho participarem de uma série de joguinhos na plataforma. O mais legal de tudo é que a brincadeira está disponível globalmente. Se você gostou da ideia, corra e participe!
Participantes da Parada Gay de Buenos Aires em 2012. Foto: Gustavo Facci
Em pesquisa da Pew Research, Brasil fica em quarto lugar na região. País mais tolerante do mundo é a Espanha, com 88% da população a favor da aceitação dos homossexuais.
Um estudo global sobre a aceitação da homossexualidade, publicado no início do mês pela fundação norte-americana Pew Research Center, mostra que o Brasil e os Estados Unidos estão empatados no quinto lugar como os mais tolerantes das Américas, com 60% de aceitação cada. Em primeiro lugar está o Canadá, com 80%, seguido da Argentina (74%), Chile (68%) e México (61%).
O estudo também destacou que mesmo tendo forte influência da religião, o Brasil acaba sendo tolerante em comparação a outros países onde a fé tem o mesmo peso na sociedade. Outro ponto interessante sobre o nosso país, está na diferença de opinião de acordo com a idade. Para 74% da população com menos de 30 anos, a homossexualidade não é um problema, contra 46% pra quem tem mais de 50 anos.
A situação na América Latina é, como um todo, meio a meio. Dos sete países pesquisados na região, El Salvador é o mais intolerante, tendo 62% da população contra, logo à frente vem a Bolívia, com 49%. Já a Venezuela tem 51% de aceitação. A Argentina, o primeiro país latino-americano a legalizar o casamento homossexual, teve uma variação positiva de 2 pontos percentuais em comparação a 2007.
O estudo também ressalta que a maioria dos países mais intolerantes são os de origem islâmica. Para 98% da população da Nigéria, por exemplo, a homossexualidade não deve ser aceita. O país aprovou no final de maio uma lei que torna crime o casamento gay.
Coreia do Sul, Estados Unidos e Canadá foram os países com maior crescimento da aceitação desde do último estudo, publicado em 2007. A França foi o com maior variação negativa, tendo um decréscimo de 6 pontos percentuais, caindo de 83 pra 77%.
A capa da IstoÉ desta semana, indo ao contrário da maioria das outras publicações do gênero, traz uma chamada nua e crua. Com uma foto de alguns elementos da Polícia Militar de São Paulo agredindo dois civis logo após as manifestações da quinta-feira, diz “A Volta da Repressão”. Discordo piamente da opinião do veículo. Ora pois, pra ela ter voltado, ela deveria um dia ter nos deixado. Mas ela nunca se foi, sempre esteve presente, de uma forma ou de outra.
A PM, de qualquer estado, é um braço estratégico pro Brasil ser o Brasil. Nós moramos num país que sempre foi opressivo. O Brasil é a terra da morte, a terra do ódio, a terra onde se “mata pra saber de qual lado vai cair”. Nossa identidade está diretamente ligada a um Estado arrogante e desorganizado. E como todo personagem com esses predicados, ele é conservador e precisa usar a força bruta e ideológica pra manter o que chama de ordem.
Em coletiva de imprensa para divulgar “Sim”, superestrela do pop nacional falou sobre nova fase e fugiu com classe de perguntas pessoais.
Sandy fala sobre novo disco em coletiva. Foto: André Pacheco
“Não é que eu mudei, eu estou em um momento diferente, e isso acaba influenciando diretamente no meu trabalho”, conta Sandy sobre a temática de “Sim”. O material, recém-lançado pela Universal Music e que dá pra você escutar na íntegra aqui, é o segundo da estrela pop em carreira solo. Com 30 anos, Sandy divulgou o disco em uma coletiva de imprensa na tarde de hoje em São Paulo. “Quando eu lancei o ‘Manuscrito’, ainda estava encontrando o meu caminho, a artista que eu sou”, completa.
Sandy fala sobre novo disco em coletiva. Foto: André Pacheco
Se existem ou não diferenças gritantes entre os dois discos, não dá pra notar de cara. Tanto “Manuscrito” quanto “Sim”, seguem basicamente a mesma linha soft pop, com pitadas de MPB, que a artista quer colocar como marca desde quando se despediu do irmão Junior em 2007. Porém, agora ela traz novos questionamentos e dúvidas sobre ela mesma. Os pés parecem estar bem calçados em sua carreira solo de apenas três anos. “A vivência traz uma bagagem diferente, percepções diferentes. Estou em um momento mais maduro”, finaliza.
Sandy fala sobre novo disco em coletiva. Foto: André Pacheco
Com um total autocontrole, típico de uma moça que cresceu sob os holofotes, Sandy foi enfática sobre o mais recente boato de gravidez. “Eu e o Lucas decidimos que não vamos mais falar sobre o assunto”, respondeu quando um jornalista fugiu do tema da coletiva. “Sim” foi lançado oficialmente no último dia 11 e traz dez faixas inéditas, entre elas “Aquela dos 30”, divulgada em novembro do ano passado. A artista, que tomou para si toda a direção artística do material, também está em turnê.
Com toda essa polêmica de um dos projetos de lei mais conservadores dos últimos tempos, não poderia deixar de dar uma pequena opinião sobre o aborto. Tabu no país da bunda e que vai passar vergonha na Copa do Mundo, todos os grotões atrasados da nossa sociedade esbravejam aos quatro ventos que o aborto deve ser ainda tratado como crime. Se não bastasse, ainda querem obrigar uma mulher estuprada a carregar um filho que foi feito pelo ódio, não pelo amor.
Pra piorar, a turminha do dízimo ainda quer dar uma bolsa estupro pra essas vítimas. Um verdadeiro tapa na cara de qualquer evolução no debate de gênero. E mais, na cabeça oca deles, o assunto não deve ser nem tratado. Como que se continuássemos colocando na invisibilidade, resolvesse tudo num passe de mágica. Típico.