O “The Voice”, até sua terceira temporada, teve uma diva pop absoluta: Christina Aguilera. Mas, depois do lançamento trágico de “Lotus”, ela resolveu sair com o pretexto de que iria divulgar e trabalhar o material – e como todos nós sabemos, isso jamais aconteceu. Em seu lugar, Shakira foi escalada e está se saindo bem como mentora do programa.
Só que para surpresa de todos, no início dessa semana, vários sites dos Estados Unidos, como o TVLine, estão dando como certo o retorno de Aguilera, o que consequentemente significaria a saída da colombiana. E nós, como sabemos que muita gente acompanha o “The Voice” e, principalmente, são fãs de uma ou outra, queremos perguntar: Quem deve ficar no painel, Christina Aguilera ou Shakira?
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Inocente, suja, retrô e até biônica, Aguilera já esteve bem melhor no mundo da música do que nesta fase que ela vendeu como renascimento, mas que não significou isso nem mesmo para os fãs. O “The Voice”, certamente, estava sendo a empreitada mais bem-sucedida de sua carreira atualmente. E de fato, Xtina era um ingrediente interessantíssimo na mistura do programa.
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Como um dos nomes latinos de maior peso na indústria fonográfica americana, Shakira é uma cantora aclamada pela crítica. Depois de “Sale El Sol”, de 2011, ela estava mais voltada ao relacionamento com Gerard Pique, que acabou resultando em um filho. A ida para o “The Voice” deu nova visibilidade ao trabalho e talento da cantora, que também confere um tempero diferente ao formato.
Já deu tempo pra todo mundo ver, ou saber, da série que reavivou em nossas memórias a findada “Sex And The City”. Se no final da década de 90 Carrie conhecia Big, o então amor de sua vida, nos 80′s ela conhecia a sua primeira paixão. Apesar de perceber pelas prévias que “The Carrie Diaries” prometia, não imaginava que seria tão boa.
AnnaSophia Robb está uma ótima Carrie adolescente – só poderia ser melhor se fosse feita própria Sarah Jessica Parker. E mesmo com a lembrança da amizade irretocável entre ela, Miranda, Samantha e Charlotte – as inseparáveis da vez são Mouse e Maggie, com as quais forma o trio inabalável que descobre junto os dramas e delícias que se aproximam com a vida adulta.
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Aaaah os anos 80! Não vivi essa década na pele, mas sei o suficiente pra dizer que foram tempos muito interessantes para a música, a moda e a libertação de comportamentos vistos como transgressores. E a série vem cumprindo bem com isso, se adequando ao ambiente renovador típico da época retratada.
Não dá pra imaginar os rumos que a série vai tomar, nem mesmo se vai procurar manter fidelidade ao personagem já eternizado. Mas todo o cuidado já mostrado até agora, faz valer a pena. Só não vale se assustar com as madeixas ostentadas pela personagem principal, na época eram tendência!
Em agosto de 2010, estreou no canal ABC Family o sitcom “Melissa & Joey”. De um jeito despretensioso e cheia de risadas de fundo, a série tem todos os clichês pastelões que você puder imaginar. Sarcasmo? Uma família normal nada normal? Situações de vexame? Estão tudo lá, embalado pra viagem.
Foto: Divulgação
Estrelada pela eterna Sabrina, a aprendiz de feiticeira, Melissa Joan Hart e pelo ex-galã-mirim de “Blossom” Joey Lawrence, “Melissa & Joey” volta em sua terceira temporada em meados deste ano. A série se passa na cidade de Toledo, Ohio, e traz as situações vividas pela vereadora Melissa, pelo babá Joey e pelos adolescentes Lennox e Ryder – enteados da loura.
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Todo o drama gira em torno da tensão amorosa entre os protagonistas. Joey vai trabalhar na casa de Melissa após perder tudo e mais um pouco num escândalo financeiro causado pela irmã de sua nova patroa. Irmã essa, que também é mãe do casal teen. Uma panela pronta pra explodir? Imagina! As situações onde Joey e Melissa ficam próximos a demonstrar a paixão platônica são as mais hilárias e cativantes, além da troca constante de farpas e do ciúme mútuo.
“Melissa & Joey” já teve 45 episódios exibidos. A primeira temporada, um combo duplo, contou com 30. Quando eu vi o episódio piloto, em dezembro do ano passado, não consegui mais parar. Assisti a todos em seguida e já estou ansioso pela terceira temporada. Se você gosta de uma comédia canastrona, com piadas fáceis e muitas caras e bocas, vai se apaixonar pelo casal mais não casal da tevê americana.
2012 já se vai e, felizmente para a maioria de nós, sem cumprir a profecia do fim do mundo. Entretanto, muita coisa rolou no mundo pop. Artistas que não víamos há muito tempo anunciaram novos projetos e, como usual, muitos partiram deixando seus legados eternizados na indústria. Mas, deixe a tristeza de lado que ainda não falaremos de nenhuma morte. Aqui estão dez, dos vinte fatos, mais importantes que rolaram nesse ano.
20Katy Perry
O tão esperado fim da era “Teenage Dream”
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Não é mais novidade pra ninguém que Rihanna tenha apanhado de Chris Brown. O acontecido até rendeu um dos melhores discos da barbadiana, “Rated R”, e fez o cantor cair num limbo do qual jamais deveria ter saído. Mas ele não só ganhou espaço novamente, como levou um Grammy e foi perdoado pela amada em forma de música. Começou com um remix sem escrúpulos de “Birthday Cake” e acabou em “Nobody’s Business”, onde ela anuncia que o relacionamento deles “não é problema de ninguém, só dela e de seu bebê”. Ok!
18No Doubt e Nelly Furtado
Os retornos fracassados
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Que os realities shows tem o poder de “ressuscitar carreiras”, isso não é novidade pra ninguém – JLo que o diga. Mas, foi com o “The Voice” que Adam Levine, vocalista do Maroon 5, caiu de vez nas graças do público. Depois de “Moves Like Jagger”, parceria com Christina Aguilera, investiram de vez no pop em “Overexposed” e não podia clamar por momento melhor na carreira. “One More Night”, segundo single do material, permaneceu por nove semanas no topo da Billboard e tornou-se a música mais bem-sucedida da história da banda.
14Nicki Minaj
A rainha das parcerias
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2012 também foi o ano em que Nicki Minaj firmou-se de vez na indústria. Foram oito singles como participação especial, dezoito videoclipes, um disco e um relançamento, um perfume e o título de nova jurada do “American Idol”. A rapper trabalhou muito e até cansou com as dezenas de farofas lançadas. Mas, cá pra nós, não tem como não amar essa louca!
13One Direction e The Wanted
O retorno das boybands
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Se o ‘N Sync e os Backstreet Boys abalavam as estruturas nos anos 90, 2012 ficou marcado pelo retorno definitivo das boybands, com a popularidade cada vez maior dos “fofinhos” do One Direction e dos “bad boys” da The Wanted. Enquanto os primeiros preferem não se envolver em muitas polêmicas, os moços da The Wanted adoram se exibir com muitas mulheres e declarações pra lá de venenosas – não é mesmo, Xtina?
12“The X Factor” vs “The Voice”
A briga entre realities
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Sabe quando a gente cria aquele vínculo especial com uma série e não sabe nem explicar o motivo certo, ela pode ficar ruim, te decepcionar e tudo, mas você não consegue abandonar o barco? Então, só larguei “Gossip Girl” agora, pois fui forçado. Na verdade, eu preferi mesmo um final que acontecesse o mais breve possível, imagina se fosse cancelada sem um adeus minimamente digno? Casamentos, revelações, filhos, os clichês estiveram presentes. Mas, no fim das contas e apesar de tudo, sentirei falta.
É indiscutível que “GG” foi só se perdendo ao longo do caminho, ao mesmo em que também perdeu personagens como a adorável e odiosa Jenny Humpfrey. Já Vanessa e Eric foram tarde. Outros ficaram confusos no enredo, como acabou acontecendo com a própria história. O amor pelo poder e riqueza de Serena se desfez com a pedância que transformou personagem em um ser desprezível. Dan acabou ainda mais chato do que no início. Nate, bom, Nate nunca foi nem uma coisa e nem outra. E só posso dizer que Chuck e Blair, principalmente ela, foram o que fizeram valer a pena.
Mas o series finale não estava me empolgando – quem acompanhou as seis temporadas sabe que a série caducou bem antes desse final – até que chegou o momento em que cinco anos se passaram no episódio e eu me dei conta de como a minha vida mudou, assim como a de todos aqueles personagens, desde a primeira vez que vi o episódio piloto. Eu sou saudosista de carteirinha, não sei nem como consigo viver com saudade de tanta coisa. Chorei com o sentimento parecido com o que me fez chorar com o episódio final de “Sex And The City”, que representava o encerramento de uma fase e a esperança comum aos recomeços.
Fica a sensação de vazio, mas também a de dever cumprido. Marcou a vida de alguma forma, me fez companhia durante muitas horas nesses cinco anos de exibição. Foram bons e maus momentos, foi viver a vida através da ótica de pessoas que nem sequer existem com esses nomes e essas histórias, mas que imitam direitinho uma realidade distante da minha. Me fez sentir por meio de todo aquele aparato fictício, emoções verdadeiras, e isso basta! “You know you love, XOXO!”