Sexy sem ser vulgar, e sem pinçar as sobrancelhas. Foto: Book de 15 anos Divulgação
Não escondo, e já disse aqui, que eu sou fã da Mariah. Assim, fã mesmo. Então, tipo, eu falo dela mesmo e se você não gosta, vá caçar outro lugar, tipo a esquina, pra falar mal. Agora pouco, me deparei com um artigo bem legal de um blog americano sobre o legado da Mimi. E é bem bacana ver o quanto essa mulher contribuiu pra indústria e abriu portas pra essa leva de divas glicosadas e montadas nos rappers que vemos aí, tipo a Beyoncé.
Talvez você não saiba, mas o primeiro disco da Mariah foi lançado em 1990. Eu tinha meia década de vida e a mulher já tava lá no estúdio. São mais de 20 anos de carreira lançando sucesso atrás de sucesso, com alguns flops. Mas quem nunca se ferrou na vida, né minha gente? Por ser fã, e conhecer tudo que a jurada mais apática da TV americana já gravou, eu separei cinco faixas dançantes e desconhecidas dos primórdios da carreira da moça, antes das plásticas e da água oxigenada nas madeixas castanhas e encaracoladas. Arrede os móveis e vem dançar comigo na dancefloor dos golfinhos!
“Ora pra mim, qualquer hora, só pra dizer que me adora”. Foto: Reprodução
Antes só queria pedir perdão pelo termo “piriguete” no título. Não que eu não goste dele, mas pode ter conotação pejorativa, quase que machista. O que não é o caso, até porque pra mim, chamar uma mulher de algo que o valha, é mais um elogio que qualquer outra coisa. E viva a liberdade sexual feminina.
Depois do post de ~enorme sucesso~ sobre a conversão e a unção de cinco criminosos, montei uma listinha um pouco mais, digamos, leve. Elas tocaram o terror em bailes funk, filmes pornôs, programas de auditório ou nas páginas de alguma revista masculina. Num tem aquele clássico da Popozuda que diz “my pussy é o poder”? Então, pra elas a “pussy” já foi o poder. Hoje, convertidas, não querem descer até o inferno, mas ir pro baile lá no céu. E de asinha!
Tati Quebra Barraco
Cantora de funk, foi uma das maiores expoentes do gênero no Brasil. Hoje, com 32 anos e depois de uma dúzia de plásticas, celebra cultos desde 2009, porém nega ser evangélica. “Que história é essa de que virei evangélica? De c* é rola!”, disse com um jeitinho bem cristão pro jornal O Dia. “Na verdade, tem umas pessoas da minha família que são crentes, e em 2009 comecei a fazer culto evangélico na minha casa e as pessoas acham que eu virei cristã”, completa. Tá bom Tati, você só celebra cultos mas não é evangélica? Calma minha gente, é só uma oração!
Sarah Sheeva
Sheeva participou, ao lado das irmãs com nomes tão estranhos quanto, do flopado grupo SNZ. Filha dos dinossauros da MPB Pepeu Gomes e Baby do Brasil, Sarah se converteu em 2002 e acabou com o grupo. Ela resolveu seguir a luz e trabalhar como missionária e pregadora da palavra de deus. Pastora desde 2003, ensina como uma mulher deve ser princesa e não cachorra, além de pintar retratos imaginários. Vez ou sempre, solta alguns tuítes homofóbicos de muita classe.
Perlla
Também ex-cantora de funk, se voltou pro cristianismo em 2011 quando assinou um contrato com uma gravadora gospel. Alegou que teve um “encontro com deus”, porque deve ter se cansado de encontrar o flop e resolveu variar. Ainda diz que foi nascida e criada em berço evangélico antes de se desviar e ficar boladona pelas quebradas da vida. Será que agora ela não está mais abandonada na madrugada? Não chore se o gatinho não atender o celular, Perlla, porque o telefone do céu é a oração.
Regininha Poltergeist
Ex-modelo, dançarina e atriz pornô (ela atuou em três filmes da Brasileirinhas) Regininha se converteu na igreja Bola de Neve em 2009. Começou a carreira numa peça onde interpretava uma santa com poderes de cura. Cura pela oração? Não, pelo sexo. Hoje diz dedicar-se apenas a Jesus e que mudou de vida. Pro combo ficar completo, não descarta possibilidade de virar cantora gospel e também pastora.
Mara Maravilha
Quando animava as crianças nas manhãs do SBT, Mara era apenas filha da lua e filha do sol. Até posou pra Playboy com o tema indígena, mas se arrepende amargamente disso, mas a alegria dos marmanjos e de seus curumins já ficou garantida. Se converteu em 1996, depois que viu que a Xuxa era mesmo a mais legal a carreira deu uma esfriada, e acabou se tornando uma cantora gospel de respeito. Sinto falta da Mara de antes, mas “não faz mal, eu tô carente mas eu tô legal”.
No dia dos mortos, separamos cinco músicas pra dar aquele tom especial no momento de despedida. Nada de gritar “por que não eu?”, tenha classe pra dar o último adeus.
Foto: Divulgação
“Feliz dia dos mortos”, disse a mulher baixinha, meio gordinha e com traços indígenas. Levei um susto, afinal por que se desejar “feliz dia dos mortos”? Morte é uma coisa triste, pensei. Ou não, a morte pode ter tantos significados, dependendo da cultura e da pessoa que dá o adeus. Pode ser o início de uma vida nova, ou apenas o fim duma etapa, e depois vêm outras vidas com outras mortes. Ou também, a morte pode ser, de fato, o fim e que essa coisa de alma é “lado de lá” é um belo dum conto do vigário. Mas todo mundo concorda que não tem como escapar. “Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”.
05“One Sweet Day”
Mariah Carey & Boyz II Men
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Naquela vibe dor no coração por não ter dito o tanto que amava antes da pessoa partir. Mas, com um quê de afago pela esperança de encontrá-la no paraíso, e ao lado dos outros “amigos perdidos ao longo do caminho”. “One Sweet Day” é uma balada gospel cheia de gritos e lágrimas. Tocada no momento certo, dá um tom espirituoso.
O que seriam dos filmes sem as trilhas sonoras? Tantas cenas ficam marcadas por nós graças as músicas que tocam ao fundo ou até mesmo nos trailers. Como, por exemplo, não lembrar de Emma Stone ao ouvir “Pocketful Of Sunshine”, de Natasha Bedingfield? E nesse intuito, separamos dez músicas que marcaram – ou vão marcar – nossos filmes favoritos. Vem que só tem música boa:
10“Skyfall”
Adele, para “007 – Operação Skyfall”
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Já pode começar com lançamento? Demorou muito, mas uma nova faixa de Adele foi divulgada, e tratem de se contentar porque ela não deve lançar um material inédito tão cedo. E retornar logo cantando uma música-tema do novo filme de James Bond, no ano em que ele completou 50 anos de sucesso, não é pra qualquer um. Com uma orquesta de 77 músicos, Adele nos presenteou com uma das melhores canções da história do agente 007 – que nos últimos anos não teve tantas músicas boas assim.
Muitas das faixas com participações que fizeram sucesso por aí, não foram tão bem vistas quando anunciadas por seus respectivos artistas. A música rompeu as barreiras de gêneros e parcerias que ninguém imaginava acontecer calou a boca de muita gente. Vamos relembrar algumas?
10“Airplanes”
B.o.B & Hayley Williams
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Hoje aclamado pelo público, B.o.B ainda estava começando quando lançou “Airplanes”, segundo single de seu disco debute, “The Adventures of Bobby Ray”. Feito em parceria com a vocalista do Paramore, Hayley Williams, a faixa era uma incógnita na cabeça dos fãs até ser lançada. Um dos maiores hits de 2010, a música ganhou uma segunda versão – “Airplanes (Part II)”, com Eminem e Hayley – e foi até indicada ao Grammy. Tá bom pra você?