Posts com o assunto Sony Music

Quer ser VJ? Participe do “Som é Sony”!

Por Redação Vestiário comentários

Som é Sony
Sony quer transformar você em VJ! Imagem: Divulgação

A plataforma “Som é Sony”, parte do Facebook da Sony Brasil e desenvolvida em parceria com a Sony Music, está à procura de um VJ para o canal. Os pré-requisitos são poucos e simples. Basta gostar de música e ser extrovertido em frente às câmeras. Para escolher o VJ, foi criado o concurso cultural “Seja Um VJ Sony”, no qual basta enviar um vídeo com duração máxima de um minuto comentando algum dos assuntos disponibilizados na aba do concurso.

Gostou? Então corre e não demora! Os vídeo devem ser enviados até 16 de setembro, num domingo. Os três melhores serão selecionados pela equipe Sony. No dia primeiro de outubro, começa uma votação pública para escolher o grande vencedor!

O ganhador torna-se VJ da “Som é Sony” e vai começar a vivenciar música mais de perto. Olha só quanta coisa legal: vai poder acompanhar shows e eventos, conhecer e entrevistar artistas e, é claro, falar sobre música. Além disso, o sortudo recebe um vale-presente no valor de 5 mil reais para gastar como quiser! Pra participar e ler o regulamento, é só clicar aqui.

Por Marcela Moreira, via Sony Music Brazil. OBS: Isso NÃO é um publieditorial.

Shakira assina contrato milionário com Live Nation e Sony Music

Por Yhury Nukui comentários

Shakira
Foto: Divulgação

Com o sucesso de crítica e vendas de “Sale El Sol”, Shakira acaba de assinar um contrato estimado em trinta milhões de dólares com a Live Nation e a Sony Music.

Segundo afirma o The Hollywood Reporter, a produtora e a gravadora planejam lançar os três próximos álbuns da cantora. O que dará a Live Nation direito sobre parte dos lucros de patrocínio, merchandising, reprodução das músicas e vendas dos discos, que serão distribuídos pela Sony. Esta mesma estratégia foi adotada por Madonna para o lançamento do “MDNA” e rendeu a estreia em primeiro lugar na Billboard.

No final do mês passado, Shakira encerrou os trabalhos do último álbum com o lançamento do single “Addicted To You”. A colombiana, que agora pertence ao casting da Roc Nation, empresa de gerenciamento artístico de Jay-Z, está trabalhando constantemente no oitavo disco de estúdio. Fernando Garibay, RedOne, Sia, will.i.am, Akon e Redfoo do LFMAO são alguns dos envolvidos no projeto.

Adele é a garota da indústria

Por André Pacheco comentários

Cantora foi a responsável por 2% das vendas de álbuns nos Estados Unidos em 2011, que pela primeira vez, desde 2004, cresceu em relação ao ano anterior.
Adele Infográfico
Arte: André Pacheco

No início deste mês, a Nielsen divulgou o relatório do desempenho da indústria fonográfica nos Estados Unidos em 2011. Para surpresa de muitos, o setor apresentou um crescimento significativo de 6,9%. A soma de todos os álbuns, faixas e vídeos vendidos em 2011, em qualquer formato, foi de 1,6 bilhões.

Só a venda de álbuns, que desde 2004 perdia fôlego, apresentou um crescimento de 1,6%. Foram 330,6 milhões unidades – físicas e digitais – vendidas. As vendas foram impulsionadas, principalmente, pela redução nos preços, lançamentos especiais e a volta do vinil (que cresceu 36,3% e fechou o ano com 3,9 milhões de cópias).

O maior destaque foi da britânica Adele, responsável por 2% de todos os álbuns vendidos em território norte-americano. E quem agradeceu foi a sua gravadora, a Sony Music. Na participação do mercado em vendas de álbuns (lançamentos ou de catálogo), a empresa abocanhou 29,29% do mercado, diminuindo a distância da líder Universal Music – que em 2010 deteve 30,84% e fechou 2011 com 29,85%. Na venda de discos físicos – que engloba CDs, LPs e cassetes – a Sony é a líder com 31,08% – “21” foi comprado mais de 4 milhões de vezes. Pela primeira vez desde 2004, um disco vendeu mais de 5 milhões de cópias ao longo de um ano.

“Rolling In The Deep” e “Someone Like You” venderam juntas 9,5 milhões de cópias digitais – ao todo, Adele foi baixada legalmente 14,3 milhões de vezes, ficando atrás apenas de Katy Perry, com 15,2 milhões. O relatório da Nielsen foi encomendado pela Billboard e contou o período de 03 de janeiro de 2011 a 03 de janeiro de 2012, totalizando 52 semanas.

A trinca fonográfica

Por André Pacheco comentários

A Trinca Fonográfica

O desmembramento da EMI e a sua aquisição pela Universal Music Group e Sony Music Entertainment, colocou 80% do mercado mundial na mão de três grandes empresas

Com a venda da EMI para dois gigantes, o panorama da indústria fonográfica vai mudar. A Universal Music Group comprou por 1,2 bilhão de libras a gravadora, enquanto o consórcio liderado pela Sony Music Entertainment arrematou por 2,2 bilhões de libras a EMI Music Publishing, responsável pelo registro, arrecadação e distribuição de direitos autorais.

A EMI Music Publishing gerencia mais de 1,3 milhões de músicas de artistas consagrados como Rihanna, Beyoncé, Arcade Fire e Alan Jackson. Várias canções famosas estão em seu catálogo, como “Bohemian Rhapsody”, do Queen, e “Over The Rainbow”, do tradicional musical “O Mágico de Oz”.

Agora, Universal, Sony e Warner representam 84% do mercado mundial. Em 1998, seis grandes gravadoras dominavam: Warner, EMI, Sony - até 1991 se chamava CBS - BMG, Universal e Polygram. Os anos 90 foram o início de uma era dourada para a indústria após o sufoco e estagnação na década anterior. Em 1999, o setor faturou aproximadamente 52,5 bilhões de dólares mundialmente.

Mas em 2000, a coisa começou a esquentar. O download ilegal colocou em xeque o modelo de negócios e por meses o setor se arrastou com queda nos lucros, quebradeiras, fusões e toda a sorte de tentativas para evitar um naufrágio. Deu certo. O faturamento pulou de 60,7 bilhões em 2006 para estimados 67,6 bilhões este ano.

No panorama atual, a Universal e a Sony vão repartir a fatia do mercado que pertencia à EMI - o quanto fica para cada uma ainda não foi divulgado. Para a Warner, restam 14,8%, e as gravadoras menores abocanham os outros 16%. A EMI teve uma queda significativa em sua participação nos últimos anos. Até a venda, a empresa detinha 11,8% do mercado, ante 13,8% em 2005.

No primeiro trimestre deste ano, Universal, sony, Warner e EMI abocanhavam 84% do mercado global de música, que deve faturar 67,6 bilhões de dólares até dezembro

A EMI era controlada pelo banco norte-americano Citigroup Inc. desde fevereiro deste ano, quando foi tirada das mãos de Guy Hands e de seu grupo Terra Firma Capital Partners. Hands comprou a gravadora em 2007 com capital financiado pelo Citigroup. Na época, a dívida da EMI era próxima a dois bilhões de libras.

A Sony, até o momento, não se pronunciou oficialmente sobre como serão os negócios da nova aquisição. A empresa possui 38% da EMI Publishing - o resto da compra foi financiado por investidores. “Trabalharemos para encontrar uma maneira eficiente de gerir os ativos e aumentar a receita”, disse Rob Wiesenthal, vice-presidente executivo da Sony Corporation Of America. É provável que a empresa trabalhe com a EMI e a Sony/ATV paralelamente.

“Nosso histórico na Sony/ATV nos últimos quatro anos demostra a nossa capacidade de construir uma plataforma forte e sustentável”, disse Martin Bandier, CEO da Sony/ATV Music Publishing, à Billboard.Biz. Bandier, que também foi o manda-chuva da EMI Music Publishing por anos, afirma estar contente em se unir novamente com a empresa que ajudou a construir. “A oportunidade representada por esta transação é, ao mesmo tempo transformadora para a Sony/ATV e um momento verdadeiramente especial para mim”, finaliza.

A Sony/ATV é encabeçada pela Sony Corporation Of America e por outras empresas e famílias como o espólio de Michael Jackson.

Do outro lado, a Universal Music Group se mostra satisfeita e confiante com o seu pedaço do bolo. “É uma aquisição histórica para a UMG e um passo importante na preservação do legado da EMI”, disse Lucian Grainge, presidente e CEO da empresa em comunicado oficial divulgado na sexta-feira, 11. Pelo que parece, a Universal manterá o selo EMI. O fechamento da compra ainda continua sujeito a uma série de condições, incluindo aprovações das autoridades reguladoras dos Estados Unidos e Reino Unido.

A Universal Music Group estima que o faturamento anual dos trabalhos em sinergia com o catálogo da EMI será de 100 milhões de libras.

O que vem salvando o setor são os investimentos em novas formas de aquisição e licenciamento de catálogo. E claro, a diversificação de plataformas e meios de vendas, como lojas virtuais e rádios online.

As vendas de CDs vêm despencando sistematicamente. A queda desde 2000 passa de 50%, quando a RIAA (Recording Industry Association Of America) registrou o ápice em vendas com quase um bilhão de cópias comercializadas só nos Estados Unidos. Em 2009, os CDs físicos movimentaram mundialmente 5 bilhões de dólares, enquanto em 2001 passou de 15 bilhões.

EMI agora é Universal Music

Por André Pacheco comentários

Coldplay
Coldplay agora é do grupo Universal Music. Foto: Divulgação

Via The Guardian – A briga estava acirrada para a compra da divisão de gravação da EMI. De um lado, a Universal Music Group – maior gravadora do mundo em receita e parte do grupo francês Vivendi. Do outro, a japonesa Sony Music e a russa Warner Music também disputavam a compra.

Até o início deste mês, era dada como certa que a aquisição da gravadora seria feita pela Warner. Mas não deu jeito, pela bagatela de 1,2 bilhão de libras (1,9 bilhão de dólares), o grupo francês arrematou uma das mais tradicionais e antigas gravadoras do Reino Unido. A Electric And Musical Industries foi fundada em 1931 e é lar de grandes nomes, como Coldplay e Beatles.

É um negócio e tanto. Universal, Sony, Warner e EMI representam mais de 80% do mercado fonográfico mundial. Para qualquer uma das três, adquirir a falida EMI seria estratégico. O britânico Lucian Grainge, presidente da Universal Music, considera a compra uma “oportunidade única”.

A venda ainda falta ser autorizada por órgãos regulatórios dos Estados Unidos e União Europeia. Acredita-se que a Universal Music Group – que conglomera a gravadora principal, outros selos e a BMG Music Publishing – abrirá mão de parte de seu patrimônio, como catálogos pequenos e outros empreendimentos avaliados em aproximadamente 430 milhões de libras.

Lucian Grainge afirma que os britânicos não precisam se preocupar com a aquisição. “Aprecio o seu rico legado cultural e a incrível estabilidade para bons artistas”, disse o executivo ao The Guardian sobre a importância da EMI para a cultura popular no Reino Unido. A Universal Music Group estima que o faturamento anual dos trabalhos em sinergia com o catálogo da EMI será de 100 milhões de libras.

E não acaba por aí. Ainda falta a venda de outra parte da EMI. A sua divisão de publicação ainda não foi arrematada. Mas tudo leva a crer que um consórcio encabeçado pela Sony a arrematará por 2,2 bilhões de libras.

A EMI era controlada pelo banco norte-americano Citigroup Inc. desde fevereiro deste ano, quando foi tirada das mãos de Guy Hands e de seu grupo Terra Firma Capital Partners. Hands comprou a gravadora em 2007 com capital financiado pelo Citigroup. Na época, a dívida da EMI era próxima a dois bilhões de libras.

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