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Os fatos mais marcantes do pop em 2012 – Parte 1

Por Yhury Nukui comentários

2012 já se vai e, felizmente para a maioria de nós, sem cumprir a profecia do fim do mundo. Entretanto, muita coisa rolou no mundo pop. Artistas que não víamos há muito tempo anunciaram novos projetos e, como usual, muitos partiram deixando seus legados eternizados na indústria. Mas, deixe a tristeza de lado que ainda não falaremos de nenhuma morte. Aqui estão dez, dos vinte fatos, mais importantes que rolaram nesse ano.

20Katy Perry

O tão esperado fim da era “Teenage Dream”


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O terceiro disco de Katy Perry foi lançado em agosto de 2010 e rendeu por quase dois anos. A musa igualou-se a Michael Jackson, tendo cinco singles consecutivos de um mesmo material no topo da Hot 100. Nesse ano, Katy relançou o álbum com três faixas inéditas, uma cinebiografia e foi eleita Mulher do Ano pela revista Billboard. Nada mal, hein?

19Rihanna

O perdão em forma de música à Chris Brown


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Não é mais novidade pra ninguém que Rihanna tenha apanhado de Chris Brown. O acontecido até rendeu um dos melhores discos da barbadiana, “Rated R”, e fez o cantor cair num limbo do qual jamais deveria ter saído. Mas ele não só ganhou espaço novamente, como levou um Grammy e foi perdoado pela amada em forma de música. Começou com um remix sem escrúpulos de “Birthday Cake” e acabou em “Nobody’s Business”, onde ela anuncia que o relacionamento deles “não é problema de ninguém, só dela e de seu bebê”. Ok!

18No Doubt e Nelly Furtado

Os retornos fracassados


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Os fãs do No Doubt entraram em polvorosa quando Gwen Stefani anunciou o retorno ao grupo que lhe deu sucesso. “Push And Shove”, primeiro disco do quarteto em dez anos, está longe de ser ruim e até debutou em terceiro lugar na Hot 200. O problema mesmo foi o impacto – ou a falta dele – dos singles nas paradas norte-americanas. Mas, quem amargou mesmo foi Nelly Furtado. A cantora lançou o maravilhoso “The Spirit Indestructible”, só que não emplacou nenhum hit e vendeu míseras seis mil cópias na semana de estreia, ocupando a 79ª colocação.

17Lady Gaga

Um descanso necessário dos holofotes


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Lady Gaga trabalhou muito durante esse ano. Se dedicou à “Born This Way Foundation”, saiu em turnê pelo mundo, que até tiveram alguns de seus shows cancelados em países conservadores, lançou sua primeira fragrância, gravou um filme, mas tirou um descanso necessário dos holofotes. Ela se divertiu, como não víamos há tempos, e mostrou-se muito profissional a frente da “Born This Way Ball Tour”. Ponto pra ela e seus fãs mais devotos.

16P!nk

O delicioso “The Truth About Love”


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Como de costume, P!nk chegou bem quietinha e acabou surpreendendo. Há quatro anos sem um material completamente inédito, a moça escolheu 2012 para lançar o delicioso “The Truth About Love”, onde dividiu os vocais com Lily Rose Cooper (ex-Lily Allen), Nate Ruess, da banda fun., e o rapper Eminem. Ah, o disco também foi o primeiro de sua carreira a debutar no topo da Billboard. Tá bom pra você?

15Maroon 5

O efeito “The Voice” na carreira de Adam Levine


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Que os realities shows tem o poder de “ressuscitar carreiras”, isso não é novidade pra ninguém – JLo que o diga. Mas, foi com o “The Voice” que Adam Levine, vocalista do Maroon 5, caiu de vez nas graças do público. Depois de “Moves Like Jagger”, parceria com Christina Aguilera, investiram de vez no pop em “Overexposed” e não podia clamar por momento melhor na carreira. “One More Night”, segundo single do material, permaneceu por nove semanas no topo da Billboard e tornou-se a música mais bem-sucedida da história da banda.

14Nicki Minaj

A rainha das parcerias


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2012 também foi o ano em que Nicki Minaj firmou-se de vez na indústria. Foram oito singles como participação especial, dezoito videoclipes, um disco e um relançamento, um perfume e o título de nova jurada do “American Idol”. A rapper trabalhou muito e até cansou com as dezenas de farofas lançadas. Mas, cá pra nós, não tem como não amar essa louca!

13One Direction e The Wanted

O retorno das boybands


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Se o ‘N Sync e os Backstreet Boys abalavam as estruturas nos anos 90, 2012 ficou marcado pelo retorno definitivo das boybands, com a popularidade cada vez maior dos “fofinhos” do One Direction e dos “bad boys” da The Wanted. Enquanto os primeiros preferem não se envolver em muitas polêmicas, os moços da The Wanted adoram se exibir com muitas mulheres e declarações pra lá de venenosas – não é mesmo, Xtina?

12“The X Factor” vs “The Voice”

A briga entre realities


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E não foram só as boybands que criaram uma suposta rixa. Os realities shows mais populares dos Estados Unidos também fizeram o mesmo. Depois que a NBC decidiu comprar briga com Simon Cowell, do “The X Factor”, colocando duas edições anuais do “The Voice”, a competição por audiência nunca foi tão grande. A emissora do pavão levou a melhor e mostrou que nem sempre declarações polêmicas são capazes de comprar o público!

11Obama

A reeleição do Presidente mais popular da história


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Enquanto elegíamos prefeitos e vereadores aqui no Brasil, os americanos enfrentaram as eleições presidenciais. É claro que ninguém conseguiu segurar o presidente mais pop da história. O apoio dos mais variados artistas fizeram Obama se reeleger com uma margem de diferença de votos consideravelmente grande de Mitt Romney. “Four more years, Mr. President”!

A Vida da Nova Rainha do Pop; Part of Me 3D & MTV Unplugged

Por Guilherme Azeredo comentários

Na próxima quinta-feira (25), Katy Perry completará 28 anos e o “Três no Armário” dessa semana homenageia a cantora que surgiu no final de 2006 e com muito esforço conseguiu se manter no topo.

Katy Perry – A Vida da Nova Rainha do Pop

Chloe Govan – Universo dos Livros

Katy Perry - A Vida da Nova Rainha do Pop; Chloe Govan - Universo dos Livros

Você sabia que antes de ser uma popstar mundialmente reconhecida, Katy respondia pelo seu real sobrenome, que é Hudson, e cantava música gospel?

Pois bem, o livro “Katy Perry – A Vida da Nova Rainha do Pop” conta como foi a infância da cantora no sul da Califórnia até o momento em que ela se tornou o fenômeno que conhecemos hoje. Tudo isso com base em depoimentos de pessoas próximas da musa.

Katy Perry: Part of Me 3D

O registro filmográfico

Katy Perry: Part of Me 3D; O registro filmográfico

Depois de dois anos trabalhando arduamente na divulgação do seu “Teenage Dream”, Perry resolveu encerrar o ciclo lançando o seu registro pessoal e profissional.

O documentário é focado nos shows da “California Dreams Tour”, mas não deixa de mostrar como foi o início de sua carreira e os momentos delicados, como o momento em que Russell Brand pediu o divórcio, dia essa em que a cantora estava de passagem pelo Brasil no ano passado.


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MTV Unplugged

Yes, she can sing!

MTV Unplugged; Yes, she can sing!

Em 2009, convidada pela MTV, Katy deu uma roupagem acústica nas músicas do seu multiplatinado “One of the Boys” para o famoso especial “MTV Unplugged”, que também foi lançado em DVD.

No CD, além dos sucessos “I Kissed a Girl” e “Ur So Gay”, podemos a versão da cantora para a música “Hackensack” do Fountains of Wayne e “Brick by Brick”, uma composição própria que não foi lançada no álbum de estreia.


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Uma coletânea de possíveis singles desperdiçados

Por Jader Gomes comentários

Outra dia um conhecido estava falando comigo sobre uma música da Christina Aguilera que ele acredita que teria se dado muito bem como single, “Monday Morning” do “Bionic”. Daí pensei que, assim como ele, todos nós, fãs ou não, reconhecemos o potencial de certas canções que, por trágico destino, acabam por se tornarem apenas uma das faixas que preenchem um disco.

E sim, muitas vezes não dá pra entender o que se passa pela cabeça dos responsáveis das gravadoras e até mesmo dos próprios cantores, que não batem o pé para suas preferidas – isso quando podem – e acabam por desperdiçarem preciosidades que poderiam render grandes frutos.

Já que comecei falando o texto falando sobre Aguilera, podemos enumerar mais algumas músicas do “Bionic” que ficaram, bem como o disco no geral, fadadas ao limbo: “Glam”, “Woohoo” e “Lift Me Up” – que inclusive foi performada num evento beneficente em prol das vítimas do terremoto que atingiu o Haiti em 2010 – são amadas pelos fãs, chegou a ser cogitado que seriam trabalhadas, mas ficou só nisso.


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O “Femme Fatale”, que rendeu mais um topo da Hot 100 para Britney com “Hold It Against Me”, teve outros três singles – mas a galera pirava, ou ainda pira, em “(Drop Dead) Beautiful” e “Big Fat Bass”, que não tiveram esse privilégio. Outra musa do pop, Lady Gaga, também jogou um bando de música arrasa-quarteirão fora em seu “The Fame Monster”, com destaque especial para a maravilhosa “Speechless”.


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Todo mundo sabe que “Teenage Dream” rendeu vários singles de sucesso, o que chegou até mesmo a saturar nossos ouvidos. Mesmo assim, Katy Perry ainda tinha “Peacock” na cartola. No álbum “E=MC²”, de 2008, Mariah Carey não aproveitou “Migrate” como deveria. Tem Kelly Clarkson, sempre arrasando, que também poderia ter escolhido “I Forgive You” como música de trabalho do “Stronger”.


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Muitos outros exemplos existem por aí, e tenho certeza de que cada um vocês têm pelo menos um para acrescentar. De qualquer forma, deixei como saideira uma música que faz parte de um dos meus álbuns preferidos de todos os tempos, “22nd Century” do “Flesh Tone” da Kelis. Som na caixa:


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Pra que inovar, se podemos reciclar?

Por Yhury Nukui comentários

Depois que começaram a surgir as versões deluxe dos álbuns, a indústria nunca mais foi a mesma. Veja bem, não sou contra o relançamento de discos, mas a tática tem sido usada a todo e qualquer custo e a maioria dos artistas não sabe dosar o grande trunfo que tem nas mãos.

Katy Perry
Foto: Reprodução/Elle

O exemplo mais evidente nos últimos dois anos foi Katy Perry e o enfadonho “Teenage Dream”. O disco é bom? Sim, é! Depois da versão privilegiada do álbum, seis singles lançados e ninguém mais aguentando ouvir o material, eis que a musa californiana nos surpreende com um relançamento. O resultado foram mais duas músicas de trabalho novas: “Part Of Me” e “Wide Awake”.

Mas a estratégia de tentar quebrar o recorde do Rei do Pop – que nunca vendeu singles a míseros centavos – com a “The Complete Confection” foi posta de lado quando a Billboard mudou as regras e anunciou que os singles do “novo” disco que chegassem ao topo da Hot 100 não seriam contabilizados para a versão comum.

Para nos cansar de uma vez por todas, Katy ainda lançou um filme contando toda a sua história, mixando apresentações da turnê “California Dreams”. Mas agora me responda: você consegue parar pra se deliciar com o “Teenage Dream” (sem pular nenhuma faixa) mesmo depois dessa presepada toda de relançamentos e singles em #1 a todo custo?

Nicki Minaj é outra adepta da reciclagem. Depois do “Pink Friday”, a moça lançou um segundo álbum, “Pink Friday: Roman Reloaded”. Mas, se era um disco inédito, por que ela colocou um “Roman Reloaded”? Tudo bem que o projeto é focado em seu alterego, Roman Zolanski, mas não podia escolher um outro nome?

E agora, seis meses depois, a rapper anunciou que vai relançar o projeto com nome de “Pink Friday: Roman Reloaded – The Re-Up”. Ser fã de Nicki deve ser bem legal, porque ela faz clipe da maioria das faixas do disco, lança um single atrás do outro e ainda aparece em trocentas parcerias com outros artistas. Por outro lado, essa divulgação massiva chega a confundir o público. Chega num ponto que você precisa parar pra pensar em qual disco aquela música está ou se ela é só uma participação especial.

Quanto mais novo for o artista, mais relançamento ele vai ter, Justin Bieber que o diga. Depois de explodir com o EP “My World”, o moço lançou uma sequência, “My World 2.0”, o que (até aí) não seria problema. Mas em seguida vieram o “My Worlds” (com músicas dos dois EPs juntos), “My Worlds Acoustic” e “My Worlds: The Collection”, que nada mais é do que as músicas da versão comum somadas as do acústico. Nesse meio tempo, ele também lançou “Never Say Never: The Remixes”. Tá bom pra você?

Nicki Minaj e Justin Bieber
Relançamentos? Nós provamos, gostamos e aderimos. Foto: Reprodução

David Guetta é outro que adora um relançamento. Alguém sabe quanto tempo ele viveu com o “One Love”? Porque eu perdi as contas. Com a era atual, a “Nothing But The Beat”, o moço já lançou uma nova versão e é tão preguiçoso que só se deu ao trabalho de mudar o fundo da foto da capa, que é a mesma da edição comum.

A indústria fonográfica se vê num impasse onde seus artistas pouco se preocupam com a qualidade musical. Só querem relançar materiais sem se importar com o fã que vai comprá-lo só por ter, na maioria das vezes, duas ou três músicas a mais. Ok, que nada disso aconteceria se os admiradores desses cantores “boicotassem” discos desse tipo, mas todos nós sabemos que isso é praticamente impossível!

Quando alguma coisa faz sucesso, os artistas/gravadoras veem que aquela fórmula deu tão certo que espremem o projeto até a última gota. Mas, a verdade mesmo é que eles tem medo de se desvincular de um disco de sucesso para tentar se arriscar com algo inovador e acabar sendo fadado ao fracasso. Falta coragem de dar a cara pra bater.

Feliz é Rihanna, que lança um disco atrás do outro e não fica de frescura nenhuma com relançamentos – com exceção da divertida era “Good Girl Gone Bad” que, num ponto, parecia nunca mais acabar. A imagem cansa? Óbvio que sim, mas é muito melhor do que ficar reciclando um material até não dar mais.

Katy Perry é eleita a Mulher do Ano pela Billboard

Por Yhury Nukui comentários

Katy Perry
Foto: Reprodução

Traz o algodão-doce, os pirulitos e as balas coloridas porque Katy Perry acaba de ser anunciada como a Mulher do Ano pela Billboard. O prêmio, recebido por Taylor Swift no ano passado, passará para as mãos da musa em um evento que acontece em 30 de novembro. E diretor da revista, Bill Werde, não poupou elogios à cantora:

Katy Perry apareceu na indústria há menos de cinco anos e já conseguiu fazer mais do que muitos artistas fizeram na carreira toda. Estamos animados para celebrar suas incríveis conquistas nos últimos doze meses. Sem cansar de quebrar recordes, fazer hits e com seu estilo único, Katy Perry é uma das artistas mais inspiradoras na indústria atual

SAMBOU. Reza a lenda que, para comemorar o prêmio, a moça vai lançar os singles que faltam do “Teenage Dream”. Só que não!

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