O “The Voice”, até sua terceira temporada, teve uma diva pop absoluta: Christina Aguilera. Mas, depois do lançamento trágico de “Lotus”, ela resolveu sair com o pretexto de que iria divulgar e trabalhar o material – e como todos nós sabemos, isso jamais aconteceu. Em seu lugar, Shakira foi escalada e está se saindo bem como mentora do programa.
Só que para surpresa de todos, no início dessa semana, vários sites dos Estados Unidos, como o TVLine, estão dando como certo o retorno de Aguilera, o que consequentemente significaria a saída da colombiana. E nós, como sabemos que muita gente acompanha o “The Voice” e, principalmente, são fãs de uma ou outra, queremos perguntar: Quem deve ficar no painel, Christina Aguilera ou Shakira?
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Inocente, suja, retrô e até biônica, Aguilera já esteve bem melhor no mundo da música do que nesta fase que ela vendeu como renascimento, mas que não significou isso nem mesmo para os fãs. O “The Voice”, certamente, estava sendo a empreitada mais bem-sucedida de sua carreira atualmente. E de fato, Xtina era um ingrediente interessantíssimo na mistura do programa.
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Como um dos nomes latinos de maior peso na indústria fonográfica americana, Shakira é uma cantora aclamada pela crítica. Depois de “Sale El Sol”, de 2011, ela estava mais voltada ao relacionamento com Gerard Pique, que acabou resultando em um filho. A ida para o “The Voice” deu nova visibilidade ao trabalho e talento da cantora, que também confere um tempero diferente ao formato.
2013 e ainda tem gente que insiste em te provocar, né? Mas nada de xingar. Há outras maneiras – e bem mais legais – de sambar na cara das inimigas. Que tal ao som de alguns músicas estrategicamente preparadas para isso? Dá uma olhada nas nossas dez sugestões:
10“Fala Mal de Mim”
Mc Beyoncé
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Uma das descobertas mais divertidas de 2013 foi Mc Beyoncé. Em “Fala Mal de Mim”, a moça não poupa veneno quando o assunto são as inimigas recalcadas: “Fala mal de mim, mas é minha fã encubada”!
A próxima sexta-feira, 17 de maio, é um dia especial. Isto porque pelo terceiro ano a comunidade gay celebra o Dia Nacional do Combate à Homofobia. A data foi decretada pelo governo Lula em 2010, e desde então, é comemorada no país. Hoje o Três no Armário traz dicas para você ler, ver e ouvir, e refletir a respeito deste tema cada vez mais presente no nosso dia a dia.
Homossilábicas
Foto: Reprodução
Este livro é uma coletânea de contos de temática LGBT, sendo o primeiro livro lançado pela Editora Escândalo. A editora foi criada exatamente para dar espaço aos autores que trabalham com ênfase em homoafetividade. O livro já possui um segundo volume.
Bobby
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Bobby é um jovem homossexual que assume sua condição para a família cristã. Sua mãe, rejeitando a situação, o faz passar por diversos rituais religiosos para “livrá-lo deste mal”. Mas, o garoto comete suicídio. O fato provoca sentimentos de remorso e culpa na família, que encontra uma maneira de superar o trauma. O emocionante filme, de 2009, é baseado em fatos reais, e inspirado no livro homônimo “Prayers for Bobby: A Mother’s Coming to Terms with the Suicide of Her Gay Son”, de Leroy Aaronse. O longa tornou-se referência em debates sobre homossexualidade. Confira no vídeo um trecho do filme, onde Mary, a mãe de Bobby, relata seu drama perante a igreja.
Beautiful
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Lá no início dos anos 2000, mais precisamente em 2002, Christina Aguilera lançou seu segundo álbum de inéditas. Em “Stripped”, somos apresentados a uma cantora inspirada em seus próprios dramas, que são contados e cantados em versos de músicas marcantes. Porém, a melhor – e mais aclamada – faixa do disco é “Beautiful”. Seu maior hit traz uma letra sensível sobre aceitar as outras pessoas com amor. O clipe, que retrata minorias da sociedade, foi um dos primeiros a mostrar um casal de homossexuais se beijando. Tornou-se um hino de libertação de toda uma geração, e ainda hoje, é considerada por muitos a principal música que representa os gays.
“It is now time! The one and only, there never will be another… Christina Aguilera. That’s how music should sound”, é o que dizia a introdução do disco “Back To Basics”, época em que sua intérprete vivia os tempos áureos da carreira.
Christina Aguilera, eleita “A voz da geração” em uma premiação deste ano, saiu de fininho da principal lista dos duzentos – veja bem, duzentos – discos mais vendidos dos Estados Unidos. “Lotus”, que a mesma descreve como um renascimento, morreu bem rápido. Sem brigas, sem dó, num piscar de olhos!
Não adianta atirar toda a sua raiva na RCA Records, que tem sim a sua parcela de culpa. Que gravadora vai divulgar algo que nem o próprio artista acredita? Ela não demonstrou desejo em querer divulgar seu disco. Se limitou a três apresentações bem medianas no “The Voice”: “Make The World Move”, com Cee Lo Green, “Just A Fool”, com Blake Shelton, e “Let There Be Love”, com o Team Xtina.
Veio o “The Voice”, que pelo menos rendeu um #1 nos charts com “Moves Like Jagger”, e uma luz no fim do túnel se acendeu. No ano passado, ela se desligou do programa, alegando que se dedicaria à música. Até ontem. Desde que o reality acabou, Christina só ganha espaço nas notícias quando o assunto são suas inúmeras visitas a fast-foods, restaurantes e afins.
Uma artista, que tinha acabado de sofrer com as baixas vendas de um material, não pode se dar ao luxo de não divulgar o trabalho seguinte e esperar que a popularidade seja suficiente para o sucesso. Tem que bater o pé, brigar com quer que seja e lutar sempre em prol da carreira.
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Onde foi parar o fogo nos olhos que víamos em “Beautiful”, “Dirrty” e “Ain’t No Other Man”? Christina Aguilera continua num casulo, aprisionada desde o “Bionic”, e “Lotus” definitivamente não é seu renascimento. E dizer que “não se preocupa com as vendas” é conversa pra boi dormir. Gravadora nenhuma contrata um artista pra vender meia dúzia de cópias.
Veja bem, sou fã do trabalho dela, mas Xtina nunca foi idolatrada e muy amada pelo público – sempre foi vista como antipática, a “diva” em seu real significado. Muitos o respeitavam pela voz impecável, mas isso não é suficiente pra se sustentar firme e forte na indústria atual.
É preciso mais do que uma simples mudança de gravadora. Christina Aguilera precisa de uma nova equipe que cuide melhor de sua imagem. Não há caminhos a escolher, ou acorda pra vida agora ou será sempre a diva dos hits do passado!
Para o nosso último especial – e post – de 2012, reunimos a equipe deste humilde blog que, ao longo do ano, se divertiu muito opinando sobre tudo que rolou de melhor na cultura pop, tratando de temas sérios e de outros nem tanto assim. Aqui estão sete indicações de discos, lançados em 2012, que nós adoramos escutar. Aproveite pra conhecer ou curtir ainda mais:
#“Tudo Tanto”, Tulipa Ruiz
Sugestão de Ana Paula Cruz
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Depois do sucesso de seu primeiro álbum, “Efêmera”, lançado em 2010, as expectativas para o próximo trabalho de Tulipa Ruiz eram grandes. Mas será que “Tudo Tanto” chegaria ao sucesso alcançado pelo primeiro? Sem dúvidas ele tem potencial pra isso.