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Das primeiras patricinhas a gente nunca esquece

Por Jader Gomes comentários

Elenco Clueless
Foto: Divulgação

Essa é especial pra quem nasceu entre as décadas de 80 e 90. Pois os adolescentes e crianças da época, mesmo que hoje um pouco mais crescidinhos, nunca esquecerão um dos clássicos – e quero ver quem diga o contrário – do cinema e também da Sessão da Tarde. “As Patricinhas de Beverly Hills” (Clueless, 1995) comemora hoje dezessete anos de lançamento.

Me recuso a acreditar que alguém no idos de seus vinte e poucos anos nunca tenha assistido ao filme incontáveis e incansáveis vezes. Eu, por exemplo, parava, e continuo parando, tudo o que estiver fazendo para me deleitar com a história de Cher Horowitz cada vez que tenho oportunidade.

No filme, o mundo dos milionários de Beverly Hills é apresentado de uma forma leve e divertida e todos sabemos que não há uma grande história por trás. Mas, definitivamente, não podemos dizer que não tem grandes lições de vida para o seu público-alvo e, claro, mesclado com muita “superficialidade” típica das teenagers mais populares do high school.

Elenco Clueless
Rudd, Silverstone e Murphy dividindo a cena. Foto: Reprodução

No papel principal, Alicia Silverstone despontava como grande promessa aos 19 anos de idade – e acabou ficando só na promessa – e no elenco, nomes que se tornaram grandes, como Paul Rudd e a saudosa Brittany Murphy, que morreu há quase três anos.

“As Patricinhas de Beverly Hills” identifica uma época da vida onde ainda não temos responsabilidades de gente grande e ao mesmo tempo não brincamos mais como crianças. É o momento onde nos apaixonamos pela primeira vez e achamos que nosso futuro será para sempre ao lado do primeiro amor. É a hora em que precisamos ser influentes na escola e provarmos o verdadeiro sentido da amizade.

Enfim, será sempre um filme atemporal, tanto para quem tiver quinze anos quando o vir pela primeira vez, quanto para todas as vezes que o assistir a partir de então, independente da idade.


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Dois anos sem Brittany Murphy

Por Jader Gomes comentários

Brittany Murphy
Foto: Divulgação

Desde que ouvi a notícia de que Brittany Murphy havia morrido, em 20 de dezembro de 2009, pareceu inacreditável que a moça, que fez parte da minha infância e adolescência – assim como as de muitas outras pessoas – vivendo personagens marcantes em sucessos do cinema, jamais seria vista em um novo papel.

A atriz foi encontrada desacordada no banheiro de sua mansão em Los Angeles, por sua mãe, na manhã daquele dia. Segundo os laudos médicos, a morte foi causada por uma parada cardiorrespiratória, decorrente de sua saúde debilitada.

Brittany pode ser considerada uma atriz eclética, passou pelos romances infato-juvenis, filmes “cults” e comédias. Seu primeiro papel de destaque foi a Tai de “As Patricinhas de Beverly Hills” (Clueless, 1995) e um dos mais aclamados foi a Shellie de “Sin City” (2005). Quem não se lembra da dupla que formou com Ashton Kutcher em “Recém Casados” (Just Married, 2004)?

Na versão original de “Happy Feet: O Pinguim” (Happy Feet, 2006) deu voz a personagem Gloria, e na trilha sonora do filme cantou “Somebody To Love”, do Queen.

Mas a loira foi além no mundo da música. Em 2006, fez uma participação no álbum do DJ Paul Oakenfold, a faixa “Faster Kill Pussycat” chegou ao primeiro lugar na lista Hot Dance Club Song da Billboard. Veja no vídeo:


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A carreira de Murphy começou cedo, aos 9 anos de idade, no musical “Les Miserables” e, a partir de então, emendou um trabalho no outro, até que, precocemente – como a maioria das coisas em sua vida – saiu de cena, aos 32. A verdade, porém, é que Brittany será sempre lembrada, já que motivos para isso, ela deixou de sobra.

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