O Estranho Mundo de Tim Burton, Parking Lot & Passion Pit
Por Guilherme Azeredo comentários
Segunda é dia de Três no Armário. E hoje, as dicas para você ler, ver e ouvir vão dos mistérios da arte de Tim Burton, passando pelo estacionamento da Nelly Furtado e terminando com a cadência eletrônica do Passion Pit.
O Estranho Mundo de Tim Burton
Paul A. Woods – Editora Leya Brasil

Tim Burton é um dos cineastas mais famoso dos últimos tempos. Sua obra, que inclui filmes como “O Estranho Mundo de Jack”, “Batman”, “Edward Mãos-de-Tesoura”, “A Fantástica Fábrica de Chocolate” e alguns outros sucessos está reunida em “O Estranho Mundo de Tim Burton”.
Lançado em 2011 pela Leya Brasil, o livro conta como as obras de Burton foram construídas, passando pela infância do cineasta até os seus lançamentos mais recentes, fugindo um pouco do moldes conhecidos de biografia.
Em “O Estranho Mundo de Tim Burton”, Paul A. Woods reúne entrevistas com o próprio Tim Burton, artigos, ensaios e textos de outros autores, nele é possível saber até o que Johnny Depp tem a dizer sobre a conhecida “estranheza” de Burton.
Parking Lot
O batidão no estacionamento da Nelly Furtado

Nelly Furtado lançou na semana passada, simultaneamente com seu novo álbum, o clipe de “Parking Lot”. Depois do fracasso de “Big Hoops” e “Spirit Indestructible”, a canção que tem potencial para ser a melhor música de trabalho dessa nova era da canadense e também o melhor clipe.
O grande barato de “Parking Lot” é a edição que ficou impecável. Não temos um grande roteiro, mas a fotografia ficou genial, com todo jogo de luz e recortes feitos com a câmera, confirmando mais um ótimo trabalho do diretor Ray Kay.
Gossamer
Os deliciosos experimentos eletrônicos do Passion Pit

Sabe aquele álbum que dá uma animada e uma vontade de dançar? Esse é o “Gossamer” do Passion Pit. Lançado pelo quarteto nova-iorquino em julho, a produção assinada por Chris Zane tem faixas para todos os gostos.
Você pode acabar sendo conquistado em “Take A Walk” e “I’ll Be Alright”, canções que abrem o CD com batidas animadas e cadenciadas. Porém, o mais incrível é como os elementos se misturam nas canções seguintes. Em “Constant Conversations”, por exemplo, por conta da melodia, você pode achar que está ouvindo uma música alegre, mas só é preciso prestar atenção na letra para perceber que ela é bastante melancólica.





