Mães da cultura pop
Publicado em Por Jader Gomes
Mães da Cultura Pop
Nada melhor do que, no seu dia, fazer uma linda homenagem àquelas que nos trouxeram ao mundo, mesmo que a contra gosto para alguns. Foram elas quem nos suportaram por nove meses, ficando gordas e angariando celulites e estrias só de respirar. Para isso fizemos um levantamento de alguns tipos de mamães que, não poderiam, de forma alguma, passar despercebidas, seja na ficção ou na vida real.
A melhor mãe do mundo!
Mãe bipolar!
Mãe duplamente ordinária!
Mãe de todos!
A mãe mais bitch do mundo!
Mãe sem-noção!
Pai que vale uma mãe!
Na ficção, exemplo de mãe perfeita é Lorelai Gilmore (Lauren Graham). A mãe de Rory (Alexis Bledel), em "Gilmore Girls", é ícone quando se pergunta como é a mãe que a maioria das pessoas gostaria de ter ou mesmo ser. Nesse caso, o ponto alto da relação entre mãe e filha é a amizade. Até mesmo os maiores desentendimentos entre elas não conseguiram abalar as estruturas. Mais bonito ainda é considerar que Lorelai foi mãe solteira e criou a filha sem o apoio de seus próprios pais.
O meio termo entre boa e desprezível é o exemplo incontestável que Lily Van der Woodsen (Kelly Rutherford), mãe de Serena (Blake Lively) e Eric (Connor Paolo), dá em "Gossip Girl". Ela não poupa nem mesmo os filhos quando o assunto é manter o status. Assim, variando entre momentos de mãe compreensiva ou manipuladora, mostra que uma visão maniqueísta nem sempre se aplica a todos os casos.
Agora, crítico mesmo é ser filha de Julie Cooper (Melinda Clarke), a mãe de Marissa (Mischa Barton) em "The OC". Interesseira e egoísta, ela não se importou em se envolver com o ex-namorado da filha ou mesmo abandonar o marido falido para se casar com um milionário.
Aliás, a atriz Melinda Clarke parece ter nascido para viver mães ordinárias. Além de Julie, ela é a mãe de Matt (Zach Roerig) em "Vampire Diaries" e não deixa por menos a fama de péssima genitora.
Mas que tal deixarmos de lado as "mães de séries" e pensarmos no "mundo real"?
Como mãezona, lembramos logo de Angelina Jolie. Ela é do tipo que, além de linda, rica e bem casada, não deixa os filhos de lado pra ser apenas uma aclamada e bem paga atriz; consegue conciliar muito bem os dois aspectos. Todo mundo admira e bate palmas para a senhora Brad Pitt, que além dos filhos naturais, fez caridade e adotou três “babies” dentre os mais exóticos e pobres países do mundo, especificamente Camboja, Vietnã e Etiópia.
Mas será que ter uma mãe assim, tão perfeita, não deixa a vida um pouco sem graça? Aposto que daqui a uns bons anos, os possíveis filhos de Lindsay Lohan vão sair dizendo por aí o quão divertido é ter uma mãe rock’n roll. Or not. Aliás, não precisamos ir tão longe assim...
Britney Spears ta aí e não nos deixa mentir. Os meninos Sean Preston (5) e Jayden James (4) poderão nos contar - logo que forem um pouco mais grandinhos - todas as experiências que passaram tão precocemente com os surtos da mãe. Britney parece estar se redimindo, mas teriam as crianças ficado traumatizadas? Quem viver, verá.
Em contrapartida, algo que indubitavelmente resultará em anos de análise para sua prole é o nome que Mariah Carey deu aos pimpolhos Morocann e Monroe, que depois de serem gerados, como dizem as más línguas, por quase uma década, nasceram no último dia 30 de abril.
Segundo os sites de celebridades, a explicação seria: 1) a decoração do quarto em NY onde Mariah foi pedida em casamento pelo marido, há três anos, era marroquina, por isso Moroccan. 2) E a mais óbvia é a homenagem feita à diva de Hollywood, Marilyn Monroe. Ok, Mariah, não tem problema. Sabemos que não lhe faltam recursos para bancar um bom psiquiatra aos garotos.
Mas olha, pra terminar esse especial com uma mãe muito fofa, que com certeza será o orgulho dos filhotes, e de quebra celebrar a aprovação da união homoafetiva pelo STF brasileiro, temos Ricky Martin! Os gêmeos da cantora do cantor, Valentino e Matteo, nasceram em 2008. E até pai paras as crianças ele já arrumou. Cute, né gente?!





