Ir ao cinema pra quê? Estão preferindo assistir Hollywood em casa

Por Jader Gomes comentários

Rock Of Ages
Mary J. Blige, Catherine Zeta-Jones e Tom Curise, por exemplo, não seguraram o tranco em “Rock of ages”. Foto: Divulgação

Se a indústria fonográfica dos Estados Unidos andou mal das pernas no primeiro semestre de 2012, a cinematográfica não está satisfeita com os resultados dos lançamentos do verão – que é a atual estação por lá – e a vendagem de ingressos. O pessoal lá de cima das Américas não quer comprar discos e nem mesmo entradas para assistir aos filmes que, na teoria, seriam sucesso.

Por ironia, as salas ficaram vazias ao tempo em que todo mundo preferiu levar os filmes para casa. Como resultado, o Huffpost indica que o número arrecadado em bilheteria será um dos piores já alcançados nos últimos vinte anos. Já a arrecadação doméstica, tende a ser a segunda melhor de toda a história. Parece que tá todo mundo caseiro ou com medo de um atirador, ou dois, sei lá!

O pior é que os manda-chuvas das produtoras apostavam que este seria um dos melhores verões, com 20% de aumento com relação ao do ano passado. E mais, vendiam a programação como espetacular. Só que nada disso aconteceu e acabou por vir uma decaída, o que não acontecia há sete anos.


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E assim Hollywood coleciona grandes flops que tinham tudo para serem blockbustters em 2012. “Rock of ages”, com Tom Cruise; “Battleship”, estreia de Rihanna nas telonas; o remake de “O vingador do futuro”, com Colin Farrell , “Dark shadows”, de Tim Burton e com Johnny Deppy e tantos outros. Mas no meio de todos esse títulos “fracassados”, “Os vingadores”, “Batman – The dark knight rises” e “O espetacular Homem-Aranha” provaram que as histórias de super-heróis nunca enjoam ou envelhecem. Fizeram e continuam fazendo bonito.

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