Dois anos sem Brittany Murphy

Por Jader Gomes comentários

Brittany Murphy
Foto: Divulgação

Desde que ouvi a notícia de que Brittany Murphy havia morrido, em 20 de dezembro de 2009, pareceu inacreditável que a moça, que fez parte da minha infância e adolescência – assim como as de muitas outras pessoas – vivendo personagens marcantes em sucessos do cinema, jamais seria vista em um novo papel.

A atriz foi encontrada desacordada no banheiro de sua mansão em Los Angeles, por sua mãe, na manhã daquele dia. Segundo os laudos médicos, a morte foi causada por uma parada cardiorrespiratória, decorrente de sua saúde debilitada.

Brittany pode ser considerada uma atriz eclética, passou pelos romances infato-juvenis, filmes “cults” e comédias. Seu primeiro papel de destaque foi a Tai de “As Patricinhas de Beverly Hills” (Clueless, 1995) e um dos mais aclamados foi a Shellie de “Sin City” (2005). Quem não se lembra da dupla que formou com Ashton Kutcher em “Recém Casados” (Just Married, 2004)?

Na versão original de “Happy Feet: O Pinguim” (Happy Feet, 2006) deu voz a personagem Gloria, e na trilha sonora do filme cantou “Somebody To Love”, do Queen.

Mas a loira foi além no mundo da música. Em 2006, fez uma participação no álbum do DJ Paul Oakenfold, a faixa “Faster Kill Pussycat” chegou ao primeiro lugar na lista Hot Dance Club Song da Billboard. Veja no vídeo:


Este vídeo está no YouTube e pode ser removido e/ou impedido de ser exibido a qualquer momento

A carreira de Murphy começou cedo, aos 9 anos de idade, no musical “Les Miserables” e, a partir de então, emendou um trabalho no outro, até que, precocemente – como a maioria das coisas em sua vida – saiu de cena, aos 32. A verdade, porém, é que Brittany será sempre lembrada, já que motivos para isso, ela deixou de sobra.

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