Cinquenta Tons de Cinza, Tempos Modernos & Pitty
Por Guilherme Azeredo comentários
Essa semana, aqui no Três no Armário, as dicas para você ler, ver e ouvir, vão de tons de cinza até os contrastes do “Chiaroscuro”, álbum lançado pela Pitty em 2009.
Cinquenta Tons de Cinza
E. L. James – Intrínseca

O primeiro livro de uma trilogia, chegou às livrarias dos EUA e bateu recordes vendendo mais de 100 mil livros em apenas uma semana. Falando assim, podemos achar que se trata de mais um livro fantasioso, tratando de seres míticos como lobisomens, vampiros, bruxos ou até mesmo tributos.
Diferente das sagas “Crepúsculo”, “Harry Potter” e “Jogos Vorazes”, a fantasia presente em “Cinquenta Tons de Cinza” é a sexual. A história, escrita pela britânica E.L. James, conta as aventuras sadomasoquistas de um executivo e de uma estudante. No livro, Christian Grey e Anastasia Steele firmam uma espécie de acordo em que a jovem torna-se submissa às vontades do executivo. Tudo é contado em muitos detalhes pela autora.
Tempos Modernos
Charles Chaplin

Quem nunca ouviu falar de Charles Chaplin? Ele é um dos ícones do saudoso cinema mudo e em “Tempos Modernos”, uma de suas obras mais famosas, seu personagem “O Vagabundo” tenta se adaptar e viver no mundo moderno e industrializado.
O clássico do cinema em preto e branco é considerado como uma forte crítica ao capitalismo, assim como um dos melhores filmes de todos os tempo.
Chiaroscuro
Pitty

Depois de mais de 4 anos sem lançar um disco de inéditas, a banda Pitty se reuniu na casa de Duda, o baterista, para gravar o novo álbum que ganhou o título “Chiaroscuro”, palavra que significa “claro e escuro” em italiano e é uma referência a uma das técnicas utilizadas por Leonardo Da Vinci.
“Eu queria fugir dos moldes tradicionais impostos pelos estúdios. Deu certo. O som ficou bacana”, disse Pitty ao descrever o álbum, que apesar de manter a essência do rock, tem toques de soul e tango em algumas das faixas.





