Vestiário

O melhor site de cultura pop e lifestyle gay do Brasil.

We're
feeling
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Dá pra ser divertido e ainda assim, discutir assuntos relevantes e importantes para a sociedade.

Yhury Nukui

Há pouco mais de dois anos, o Vestiário resolveu mudar. Deixamos de ser um blog para trazer, naquela época quinzenalmente, conteúdos mais originais e completos em formato de revista, mas sem deixar de lado algo que foi sempre o nosso forte: opinião.

De lá pra cá, muita coisa mudou. Algumas pessoas se foram, dando lugar a outras que chegaram. Mas o que permaneceu, foi a vontade de continuarmos fazendo o trabalho que, do nosso jeito, foi sempre feito com muito carinho e dedicação.

Nos tornamos (ainda mais) engajados no que acreditamos, dando visibilidade ao que julgamos ser importante. Se na edição passada, trouxemos uma discussão muito bacana, embora ainda seja preciso muitas conversas sobre o assunto, a respeito da apropriação cultural, nesta você será convidado a refletir sobre a representatividade de deficientes físicos e da visão errônea e capacitista que tendemos a colocar neles.

E tem feminismo, tem feminismo pra c¨#%@$#. No mês do Dia Internacional da Mulher, sempre visto de uma forma comercial esquecendo da importância em relembrar o passado e fortalecer ainda mais o movimento, falamos sobre a necessidade de dar voz às mina, o papel da mulher no cinema, aproveitando o discurso de igualdade de Patricia Arquette no Oscar.

Madonna, uma mulher de grande representatividade na indústria, tem sua relevância posta em jogo em uma discussão sobre a sua idade. Considerada agora uma “senhora”, não seria o momento de tornar-se mais recatada? N̶ã̶o̶. Amanda Palmer e Chimamanda Ngozi Adichie, que se popularizou depois do seu discurso feminista aparecer em “***Flawless”, de Beyoncé, ganham espaço nesta edição para opiniões a respeito de seus recentes lançamentos literários.

O hip-hop ganha voz em um editorial sobre moda e do quanto este universo tem estado cada vez mais presente nas passarelas mundo afora. O que mudou desde que o gênero deixou os guetos?

Março também marca o fim de uma série de alcance mundial. Depois de 6 anos e meio, estamos nos despedindo de “Glee”, que ganha um pequeno recap nesta edição. Do que lembraremos com carinho, do que queremos esquecer e qual o legado que a trama nos deixará?

Com as constantes e recentes mortes por homofobia, como a de um filho de um casal gay agredido na porta da própria escola, colocamos em discussão a marca que discursos de ódio e feitos de forma gratuita podem marcar a vida de uma criança. A polêmica do clube do carimbo também tem vez em um editorial com uma discussão sobre o bareback e o HIV.

Uma edição forte e para refletir.

Até a próxima!

Um abraço,
Yhury Nukui

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Edição #22
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