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Que o mundo a desculpe pelo padrão Beyoncé de qualidade

A apresentação no Super Bowl foi não só uma grande prova de seu star quality, mas o momento ideal para calar as críticas quando ao playback do hino na posse de Barack Obama.

Jader Gomes
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Artigo originalmente publicado em 04/02/2013.

Se alguma coisa parou o universo do pop e até mesmo os machões fãs do futebol americano, foi a apresentação da Beyoncé no intervalo que marcou o Super Bowl – que é jogo que define o campeão da National Football League – na noite de ontem. Mas isso não é exclusividade dela, normalmente quem fica responsável por esse pequeno grande show, a cada ano, ganha tal destaque.

Mas, se os holofotes não são exclusivos, o padrão de qualidade Beyoncé permanece como tal. E me desculpa, pois até pra fazer playback ela sabe como colocar muitos artistas no chinelo. Não sei quantas pessoas eu vi reclamando da obviedade que seria a performance, mas eu queria perguntar: o que é inovar pra vocês e quando é que há necessidade para tal? [figure classe="img-post central"]

Este vídeo está no YouTube e pode deixar de ser exibido a qualquer momento
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Pra mim, a melhor forma de definir o que aconteceu naquele estádio em Nova Orleans é que Beyoncé não precisou mesmo inovar, e nem quis. Ela quis sim mostrar que segue fiel a sua excelência como performer, como cantora, como artista, como dançarina, como a estrela que é. Que não poupa esforços em nada do que faz, ou seja, por isso parece tão difícil enxergar uma Beyoncé que se supere, sendo que poucas são as que conseguiriam superá-la.

Este vídeo está no YouTube e pode ser removido e/ou impedido de ser exibido a qualquer momento Não vou qualificar ninguém que tenha colocado defeitos absurdos como recalcado, já que Bey, assim como qualquer pessoa de sua grandiosidade pública, não será unânime. Porém, usar da coerência antes de abrir a boca ou colocar os dedos no teclado é essencial e, melhor ainda, não faz mal. Pelo contrário.

Beyoncé não precisava provar nada, mas o fez, mesmo que não fosse o intuito. E como matamos saudades de ver a formação mais “ryca” das Destiny’s Child no palco – o que foi Kelly Rowland e Michelle Williams dando o ar da graça em “Single Ladies”? – só tenho a dizer que o que realmente faltou foi “Run The World (Girls)”, e não Madonna.

Sim, a Madonna fez um ótimo trabalho em 2012, mas pronto, passou. Palmas e parabéns, merecidamente. Mas querer usá-la para diminuir Beyoncé é forçado e desnecessário. Lidem com os fatos, apenas. [/texto] [/artigo]

Comentários
Edição #samBEY
O subestimado 4
Vitrola

O subestimado 4

Yhury Nukui

Como todo artista, com seus altos e baixos, Beyoncé enfrentou uma série de dificuldades com a era “4”. Mas será que isso fez com que ela desistisse do material?

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