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Aids: A epidemia conveniente

Não é uma teoria de conspiração, mas no jogo político conservador, qualquer medida é válida pra manter todo mundo quietinho e caladinho.

André Pacheco
Renan Riso

Imagine um surto psicodélico coletivo, onde quase todo mundo ficasse louco do dia pra noite. Gritos, choros, falta de senso. Difícil imaginar? Em 1951, uma pequena cidade no sul da França viveu esse rebuliço, quando parte da população foi tomada por alucinações fortíssimas. Eram demônios, sangue, tigres e qualquer coisa que a mente humana pudesse conceber. Cinco pessoas morreram e várias adoeceram. O caso de Pont-Saint-Esprit é tão emblemático, que acabou se tornando parte da cultura francesa. A versão oficial sustentava um surto de contaminação por ergotismo, um fungo que dá no trigo e faz você ficar piradão. E ponto final, não se falou mais nisso por décadas. Até que o jornalista americano Hank Albarelli, através do livro “A Terrible Mistake”, lançado em 2010, afirma que tudo não passou de LSD e CIA. Sim, aqueles franceses foram alvo de um experimento financiado pelo governo americano, e Albarelli prova isso através de entrevistas, documentos oficiais e pesquisa histórica.

Aids: A epidemia conveniente
Renan Riso

Daí você me pergunta: o que isso tem a ver com Aids? E eu respondo, categoricamente: nada. Absolutamente nada a ver, talvez diretamente. Mas guarde o caso de Pont-Saint-Esprit na caixola, porque agora vamos falar de família, aquela que almoça junto todo dia e nunca perde essa mania.

Se a gente fizer um retrospecto na história, vamos perceber que a principal base da nossa sociedade é a família. O tal do papai, da mamãe, dos filhinhos e da herança, vez ou outra um cachorro com pedigree. E o que sustenta essa família? Qual o principal argumento usado pra dizer que você deve se casar e ter sua prole ajudando na multiplicação de pessoas pelo mundo? Deus. Ele, por se sentir muito sozinho, fez o homem, depois a mulher com uma costela daquele homem, sorriu e mandou a gente seguir o que os seus mensageiros terrenos dissessem, não importando se fosse uma asneira das grandes. Daí se instituiu, com o passar dos anos, que o homem teria que ser de um jeito e a mulher de outro. E isso virou uma verdade absoluta. Tipo, você já se questionou por que diabos um homem não usa saia? Porque disseram que não pode, só por isso. Não há nenhuma justificativa biológica pra roupa, é uma convenção cultural. Em resumo, a sociedade mantém a família com base no discurso de gênero. Logo, o que faz a gente se comportar da forma como comportamos é o papel do homem e o papel da mulher nesse balaio todo.

Mas olha só o que aconteceu. Lá entre os anos 60 e 70, uma penca de jovens da Europa e dos Estados Unidos, por causa de um monte de coisas que vinham acontecendo na política, economia e comportamento, começaram a questionar essa regra. Opa, pra eles tinha uma coisa muito de errada na heteronormatividade, que é o que dá uma caixinha ao homem e uma caixinha à mulher. A Revolução Sexual foi mais que o sexo livre e descompromissado, como muita gente acha, ou a tal trilha “Age Of Aquarius” do musical “Hair”. Aquilo foi uma das maiores contestações feitas em massa desde que o ocidente é ocidente. Ela simplesmente aconteceu, veio de forma natural porque não tinha como não vir. Antes teve o movimento negro, teve o movimento feminista, teve o movimento gay. Teve tanta coisa queimando que fez aquela geração tentar desconstruir tudo que era dito como dogma. Foi lindo, e isso deixou marcas na nossa sociedade, que só não foram mais profundas por causa de um freio chamado Aids.

Enquanto aqueles jovens exerciam o sexo livremente, sem amarras, sem peso, sem a necessidade de reproduzir, e começavam a experimentar o que era o amor livre, os rincões conservadores viam a sua própria existência ser colocada em risco. As regras eram questionadas enquanto as bases da sociedade se estremeciam. E algo deveria ser feito. E rápido.

Ora, estamos falando de postulados que norteiam a forma como interagimos com nós mesmos e com o próximo. É do interesse de certos grupos que assim seja, amém. Pra que tenha tanta gente tentando de inúmeras formas manter tudo parado no espaço e tempo, é porque há quem anda lucrando bastante. Aquele discurso “é assim desde que o mundo é ou mundo”, ou o argumento “é assado porque deus quis”, é bem mais profundo do que só uma viseira ou uma resposta padrão. É uma construção linguística perfeita pra fazer eu e você, e seja quem for que habite este planeta, acreditar piamente que não há como mudar. E, frisando, quando eu disse lucro, não falei só de dinheiro. Falei de tudo que ele traz. Falei do poder, do controle, da hierarquia de ter quem manda e quem obedece.

Vou dar um exemplo mais atual. É essa linha de pensamento que fez líderes evangélicos se organizarem politicamente no Brasil, a ponto de terem uma bancada que esbraveja, sempre que o casamento gay surge na pauta, que se dois caras ou das moças constituírem uma nova pessoa, irá destruir a família tradicional. Felicianos, Bolsonaros e companhia limitada martelam na família porque é ela que dá o mínimo de sentido nesse discurso de ódio. Eles não estão preocupados se alguém vai pro céu ou pro inferno, ou muito menos se os filhos de seus eleitores se tornariam gays ou não, eles estão preocupados única e exclusivamente em manter as suas ovelhas com cérebros de ovelhas. Assim, se mantém a ordem que pra eles faz muito bem, obrigado. Além dos bolsos cheios de grana e as canetadas carregadas de poder. De acordo com dados recentes da Receita Federal, pouco mais de 39 milhões de reais são arrecadados por dia por igrejas no país. São 20 bilhões por ano, é quase o PIB de Malta, um dos países com melhores IDHs do mundo.

Agora eu entro nos pontos mais importantes do meu texto. Lembra quando eu disse há três parágrafos que a Aids brecou os avanços pautados pela Revolução Sexual? Pois bem, senta que lá vem a história.

Aids: A epidemia conveniente
Renan Riso

Em 1981, os Estados Unidos ferviam politicamente. Depois de quatro anos com Jimmy Carter na presidência — em um governo relativamente avançado nos direitos humanos e mais aberto às mudanças sociais — o país saudava a mão de ferro de Ronald Reagan com todo o seu discurso conservador e cristão. Carter fora amplamente criticado por seguir uma tentativa mais diplomática com a ex-URSS, e a imprensa americana declarou guerra ao seu governo enquanto a população média, com uma pressão interna gigante por causa da Guerra Fria e sem entender bulhufas do que aqueles jovens “libertinos” queriam, entraram de cabeça no “deus abençoe a América”. Reagan ganhou as eleições de 1980 e ficou oito anos no poder. Seu governo trabalhou bastante a propaganda do medo, e assim, tudo ficaria em seu devido lugar e a família, a base do que ele defendia, protegida. Era o medo dos soviéticos. Dos latinos. Dos negros. Das mulheres. Das drogas. Dos gays. Tá, e onde entra a Aids nessa história toda?

Alguns anos antes, em 1969, Nova York foi palco do primeiro grito dos gays. Cansados de abordagens violentas da polícia, eles se juntaram politicamente e começaram a exigir direitos, visibilidade, igualdade e respeito. Mas não foi um ativismo de sofá pedindo “mais amor por favor”, foi quebra quebra mesmo, e tudo começou num bar chamado Stonewall. Do outro lado da costa, nove anos depois, São Francisco via emergir a figura do carismático Harvey Milk, o primeiro político declaradamente gay em território americano e que levava as questões do grupo como pauta — Milk fora assassinado, junto com o prefeito da cidade, em novembro do mesmo ano. No meio disso, em 1973, a Associação Americana de Psiquiatria retirava a orientação sexual da lista de transtornos mentais, após anos de tentativas frustradas de provar que ser gay era uma doença. Naquela época, o ambiente não poderia ser mais favorável.

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De forma espontânea, a camisinha vem saindo de cena pra uma fatia significativa de gays. Porém, mais que uma polêmica, o bareback traz reflexões profundas sobre sexualidade, homofobia e controle.

Tanto Stonewall, quanto a figura de Milk com o status de mártir após a sua morte, e o aval da ciência, deram o gás necessário pra surgir um sentimento de mudança na população homossexual dos Estados Unidos. Era o início de uma consciência política e, como consequência, de questionamentos da identidade de gênero. Os conservadores piraram, pois a partir do momento que os gays bateram no peito, foram pra luta e gritaram que também eram membros da sociedade, abria-se margem pra que outras formas de família, e não apenas aquela pautada no papai e na mamãe, emergissem. Afinal, o casamento entre pessoas do mesmo sexo viria de forma natural nessa pauta e cairia por terra a família perfeitinha do comercial de margarina. Eles já tinham que engolir a mulher ganhando espaço, agora teriam que aceitar os gays? Seria um caminho sem volta, pois os direitos civis dos negros estavam lá pra provar que depois que uma minoria se faz presente, ela não quer voltar pro gueto.

aí, misteriosamente, em 1981 uma penca de jovens homossexuais masculinos começaram a brotar nos hospitais americanos com uma série de doenças. Muitos apresentavam Sarcoma de Kaposi, um tipo de câncer não muito comum e que, quando surgia, dava mais em pessoas de idade avançada. Era o início da Aids pelas bandas de lá, que naquele ano contabilizou 121 óbitos. Mas não era uma doença qualquer, era algo novo, que oficialmente ninguém sabia como era transmitida e agia no organismo — a não ser que detonava o sistema imunológico — e a população não tinha a mínima ideia do que era o causador, isso se ela era mesmo causada por algum ser vivo. Mas era uma doença que acometia apenas os gays, pelo menos em dados e documentos oficiais. Se ser gay não era mais doença, deu-se uma doença por ser gay. Rapidamente, o próprio governo americano, através de seu sistema de saúde, chamou-a de GRID (Gay-Related Immune Deficiency) e a imprensa, com uma notícia bombástica em mãos, apelidou de “câncer gay”. Como faltava informação pras massas e sobrava bode expiatório, nos deparamos com os ingredientes perfeitos pra qualquer governo autoritário controlar a população. Começava a paranoia e o circo estava armado.

Agora eu me questiono: até que ponto a Aids não foi uma epidemia forjada? Calma, não estou falando que o HIV é um vírus inofensivo, como algumas teorias conspiratórias bem infundadas pregam, tampouco que ele fora criado em laboratório. O HIV existe e é letal, fim de papo e questionar isso é um absurdo. Se mesmo hoje, o ser humano ainda não é avançado cientificamente pra bancar deus e criar vida em laboratório, imagina há mais de 30 anos, quando o Projeto Genoma era só uma ideia e a bactéria artificial de Craig Venter um sonho bem distante?

A Aids já existia na África antes de se espalhar pelo mundo, e a sua verdadeira origem ainda rende discussões acaloradas no meio científico. Cada ano surge um estudo novo, e eu não me espantaria se alguém chegasse com argumentos dizendo que ela já está presente na história humana há séculos. O tempo entre a contaminação e o aparecimento dos sintomas é relativamente grande, podendo chegar a uma década, ou até mesmo mais em algumas pessoas. O HIV é um vírus discreto, que vai minando aos poucos o organismo de seu hospedeiro. Um homem da Idade Média que pegasse o vírus aos 15 anos, por exemplo, poderia ficar tranquilamente sem apresentar nenhum sintoma até os 20. Naquela época, a expectativa de vida era de três décadas, alguém morrer antes dos 25 anos não causava nenhum espanto. E outra, como ela é uma doença que facilita o meio de campo pra outras doenças, não seria surreal imaginar que ela tenha dado um empurrãozinho em outras epidemias de tempos atrás.

Antes de prosseguir, quero deixar claro que vou apenas jogar algumas possibilidades, sem afirmar absolutamente nada. São questionamentos meus, que surgiram após eu estudar sobre o processo histórico e social da Aids enquanto cuidava pra que esta edição especial do Vestiário se tornasse real. Não sou adepto de teorias da conspiração, mas gosto de imaginar que há, sim, muito mais nos fatos que do que o consenso.

Até que ponto não foi interessante politicamente pra grupos conservadores um “câncer gay”? Somente essa alcunha fora o bastante pra jogar por terra o debate de gênero. Com a Aids, o pouco conquistado pelos gays se trancou novamente no armário e toda aquela energia pra luta por direitos civis foi direcionada pra questões da doença. Grande parte da identidade gay foi construída em cima da própria Aids, e com tanta camisinha pra distribuir ao lado de um novo estigma pra nadar contra, sobrava pouco tempo pra pedir direitos iguais e ter a existência reconhecida pelo Estado. Não deixa de ser uma forma de controle, pois se aceitou os gays como uma parte da sociedade, mas numa posição menor e com problemas maiores.

Do outro lado, toda a população se voltou contra um grupo social inteiro. Afinal, havia a possibilidade daquela doença se espalhar além da coletividade gay, e eles seriam os culpados por isso. Se trabalhou, além do medo, a culpa, se criando um algoz da mesma forma que o governo americano fez com os mexicanos pra criminalizar a maconha lá na já distante década de 30, tanto que nos Estados Unidos, a erva é chamada pelo seu nome em espanhol, marijuana — sim, até aquela época, era comum puxar um baseado sem ser incomodado pela polícia, mesmo isso sendo visto com maus olhos. Se construiu a linha de pensamento de que os gays, além de aberrações, eram os responsáveis por espalhar uma das doenças mais letais que presenciamos. Pronto, temos um vilão.

Não falo apenas de propaganda oficial, mas penso também em atitudes. Quem garante que não houve contaminações planejadas? Pois bem, você pode dizer que eu estou louco com essa ideia, o que faz sentido e eu concordo. Mas, me responda: por que seria impossível que uma articulação política conservadora não tenha pego amostras do HIV na África, colocado numa seringa e injetado em populações gays de Los Angeles, Nova York e São Francisco, epicentros dos primeiros casos da doença? Isso lá em meados da década de 70, quando as cinzas de Stonewall ainda queimavam, Milk crescia como líder político e nenhum psiquiatra poderia mais tratar um homossexual como louco? Não estou afirmando que isso aconteceu, mas eu não me daria o direito de dizer “meu deus, a que ponto o ser humano pode chegar” caso algum dia vazasse um documento secreto da CIA confirmando essa indagação. É uma possibilidade tão nefasta quanto plausível.

Eu estou falando do mesmo grupo político que não pensou duas vezes antes de mandar bombas atômicas em cima de duas cidades japonesas após a segunda guerra, isso mesmo depois da rendição nipônica. Eu estou falando do mesmo grupo político que sustentou uma guerra pedida por duas décadas no Vietnã. Eu estou falando do mesmo grupo político que, por interesses econômicos e estratégicos, iniciou e financiou uma ditadura militar que varreu o Brasil por 21 anos. Eu estou falando do mesmo grupo político que, em março de 2003, invadiu o Iraque sem prova alguma de armas químicas e indo contra grande parte da comunidade internacional. Eu estou falando do mesmo grupo político que dopou uma cidade inteira com LSD em 1951, como eu contei no início deste texto. Entra década e sai década, mudam os líderes e os seguidores, mas a ideologia e a forma de trabalho continuam a mesma.

Cada atitude que eu citei teve um porquê bem específico, mas todas têm a mesma motivação: o poder. Agora responda, sem medo de ser taxado de neurótico, você acha mesmo que esse grupo político se esquivaria de contaminar uma dúzia de centenas de gays, mesmo que essa epidemia se espalhasse pelo mundo e pudesse dizimar, sei lá, umas 20 milhões de pessoas? Não estou argumentado em cima do controle populacional, mas do controle da população. A morte pra eles seria só o efeito colateral da ordem “manda quem pode e obedece quem é esperto” que precisa ser mantida. E isso não tem nada a ver com teorias fantasiosas de Illuminatis e uma tal de Nova Ordem Mundial, essa ordem já é velha e as ideologias desse grupo nunca foram secretas, sempre estiveram disponíveis nas urnas mais próximas.

Pois, no fim, não foram só os gays que foram algemados, mas todo mundo. Pergunte pra qualquer pessoa que viveu no auge da epidemia, e ela irá te falar a mesma coisa: havia o medo do sexo, do beijo, do toque, de estar perto de outras pessoas. Nós passamos a ter pavor de pegar a doença, que mexe com um assunto tão íntimo e melindroso como a sexualidade e a afetividade. Após 1981, a Revolução Sexual se tornou um momento distante e as pessoas se voltaram pra aquilo que os conservadores prontamente apresentaram como sendo a alternativa mais segura: a família tradicional. A monogamia se fortaleceu, a abstinência foi vendida como forma de “sexo seguro” e todos os debates iniciados anteriormente pareciam uma febre já medicada. O mundo ficou mais coxinha, de novo.

Mesmo que eu tenha viajado quando apontei a possibilidade de uma contaminação planejada, não há como negar que o surgimento da Aids foi muito bem aproveitado pela propaganda conservadora, e o discurso deles foi tão internalizado, que até hoje é possível ver alguém esbravejando “câncer gay”, muitos homens heterossexuais se sentindo protegidos por serem heterossexuais, o próprio governo brasileiro ainda batendo na tecla de comportamento de risco quando falamos de prevenção, ou algum pastor ortodoxo dizendo que a Aids é uma punição divina pra homossexualidade e libertinagem humana — confortavelmente se esquecendo que temos uma quantidade considerável de doenças também transmitidas pelo sexo, que são monitoradas há mais tempo que o HIV e tão letais quanto, como é o caso da Hepatite C, que não detona o sistema imunológico, mas acaba com teu fígado ao longo dos anos.

O foco dado à Aids foi tão bem arquitetado e trabalhado, que poucas vezes uma doença deixou tantas chagas políticas, econômicas e sociais na humanidade. Não que fosse ruim falar, estudar e conscientizar, mas vimos emergir um discurso inflamado. E, infelizmente, isso caiu como uma luva pros interesses de gente que não está nem aí pra existência de nenhum ser vivo se a necessidade é manter os seus interesses. Se foram eles ou não os facilitadores pra epidemia se espalhar, é só uma coleção de perguntas que talvez ficarão sem respostas eternamente. Mas que eles facilitaram bastante o retrocesso nos direitos humanos, isso eles facilitaram. E muito bem. A maior doença oportunista que o HIV trouxe foi o ódio, o resto é biologia.

Comentários
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