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Minha vida dava um filme, ou melhor, um sitcom

A nova empreitada de Kristen Wiig, a atriz-sensação de “Missão Madrinha de Casamento” e do “Saturday Night Live”, é a comédia “Minha vida dava um filme”.

Renato Cabral
[artigo classe="um"] [hgroup classe="dois alta"] [secao]Pipoca[/secao] [titulo]Minha vida[br] dava um filme, ou melhor,[br] um sitcom[/titulo] [manchete]Acompanhe a nova empreitada de Kristen Wiig, de "Missão Madrinha de Casamento", nos cinemas.[/manchete] [autor]Renato Cabral[/autor] [/hgroup] [texto classe="texto-padrao esq"]

amília, carreira e relacionamentos amorosos são como uma tríade que sustenta a nossa vida. Se um deles falha e os outros dois não são fortes o suficiente para manter a estrutura firme, é um efeito dominó e tudo vai por água abaixo. A nova empreitada de Kristen Wiig, a atriz-sensação de “Missão Madrinha de Casamento” e do “Saturday Night Live”, é a comédia “Minha vida dava um filme” que trata exatamente desses três fundamentais fatores da vida de qualquer pessoa através de sua protagonista, Imogene.

Tendo alcançado boa parte do que poderia almejar, ela namora um irlandês da alta sociedade, trabalha para a New Yorker Magazine e possui um circulo de amizades bem articulado. Porém, num baque, tudo muda. O namorado não quer mais morar com Imogene, corta laços de modo muito brusco. E ela, numa tentativa teatral e dramática ao extremo, decide simular seu suicídio escrevendo uma carta de despedida, tomando algumas pílulas e vestindo a sua melhor lingerie. [/texto] [figure classe="img-post central"]

Minha vida dava um filme, ou melhor, um sitcom
Divulgação
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É cômico e desesperador, como muitas das ações da personagem que virão pela frente. Depois de passar pelo hospital, ela acaba nas mãos de sua mãe, interpretada pela sempre ótima Annette Bening, que exala instabilidade, tudo o que Imogene não quer.

Um pouco como o clássico “Lembranças de Hollywood”, protagonizado por Meryl Streep e Shirley McLaine, a história trata também do relacionamento de mãe e filha e da redenção de uma personagem que precisa mais que aprender a conviver com a sua origem, a mãe. E também com o coletivo, além de aceitar o seu passado e a família. Nessa aventura de autodescoberta de Imogene, vale destacar a participação de Darren Criss (de “Glee”), como um interesse amoroso, e Matt Dillon, como o padastro da protagonista e um agente da CIA. [figure classe="img-post central"]

Este vídeo está no YouTube e pode deixar de ser exibido a qualquer momento
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Sem cenas memoráveis, a produção ao menos nos dá a oportunidade de desfrutar um pouco mais da carismática Kristen Wiig, que ao lado de Tina Fey e Amy Poehler, são algumas das melhores comediantes dos Estados Unidos atualmente. Como saldo, “Minha vida dava um filme” deixa no ar que a vida maluca de Imogene daria uma boa e inofensiva série de tevê, pois está bem longe de ser uma obra cinematográfica completa. Mas Wiig e o elenco estão lá, firmes e fortes, segurando muito as pontas muito bem. [/texto] [/artigo]

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Edição #04
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